segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Simplesmente contar histórias...

De volta...

Sábado ( 04/12) realizei mais um grande sonho na minha vida. Esse meu sonho começou por acaso, totalmente sem querer, numa tarde de um sábado qualquer, tomando sorvete num shopping.
Era feira do livro e vi uma mulher toda fantasiada com um monte de crianças olhando para ela completamente hipnotizadas.
Claro que atiçou minha curiosidade e fui logo saber o que era. A mulher estava contando histórias.
Ela me fisgou e jamais esqueci daquele momento único. Só sei que eu queria aquilo para mim, sem saber que isso poderia ser profissão.
Persegui aquilo durante 3 anos da minha vida e sempre com tentativas frustradas. Queria aprender a fazer igual aquela moça.
Todo mundo conta histórias. Na verdade, contamos histórias todos os dias, só não percebemos.
Não existe técnicas, como receita de bolo. Não existe: "APRENDA A CONTAR HISTÓRIAS".
Existem cursos para despertar o contador que existe dentro de cada um. E foi o que eu fiz.
Depois de 3 anos, finalmente consegui, através de dicas de uma grande amiga e um mini vestibular, consegui passar e finalmente entrar ainda mais no mundo de grandes histórias.
Não consigo explicar em palavras o que foi esse semestre, a experiência que tive.
Tive aula com o professor mais fantástico que qualquer escola poderia ter. Sua palavras saem do coração para entrar no coração do outro.
Suas palavras emocionam, te fazem pensar. Causa um burburinho dentro da alma, até virar explosão.
Jamais vou esquecer do homem com cara de desenho que todo sábado nos fazia pensar e entrar em contato com o inexplorado, com o novo, com o fantástico.
Sentirei saudades desse cara que não precisava fazer muito para contar histórias. No caso dele, era só abrir a boca que pra mim, era muito melhor do que qualquer música já cantada.
Não posso me considerar uma contadora de histórias ainda. Descobrir o seu lado contador é difícil, pode levar anos. Mas me ensinaram o caminho...
E eu só posso dizer que minha mala está completamente recheada de histórias maravilhosas, amigos fantásticos, experiências divinas e um amor totalmente especial...
Mas isso já é outra história...

Love!
Carol Rossetto

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

No mais profundo buraco do seu ego...

Já faz um tempo que não apareço por aqui e sei que isso não é uma coisa muito legal. Deveria ser mais presente, mas é que muitas vezes a faculdade não deixa ou simplesmente por que acho que não tenho muita coisa de interessante para falar ou escrever.
Tem coisas bem legais acontecendo, outras nem tanto. E tem uma coisa que está me incomodando e muito.
Quem é escritor, ator ou qualquer coisa que se remeta a cultura, sabe que no Brasil as coisas são complicadas. Muitas vezes, bem restritas. Quem trabalha com isso, sabe bem como é. Principalmente, quem não é muito conhecido ou quem não tem muito dinheiro.
Na teoria, deveríamos nos dar as mãos, ajudar e dar dicas para quem está começando ou até mesmo para quem já tem até uma certa bagagem, mas ainda não chegou onde deve.
Eu sempre escrevi, mas quando resolvi levar isso a sério, apareceu algumas pessoas bem legais para me dar dicas, mas teve uma que foi essencial nessa minha caminhada. O Douglas MCT, autor do livro "Necrópolis" que será lançado agora dia 07 de Novembro pela Editora Draco. Conversamos poucas vezes e mesmo sem me conhecer pessoalmente, ele me deu dicas sensacionais que qualquer um com o ego mais mimado não daria.
Ele não precisava fazer isso se não quisesse, mas deu e com todas as dicas dele, pude publicar o Mensageiro dos Ventos que claro, não é um best-seller (ainda, rs).
Perdemos o contato, a gente não se fala mais (infelizmente), mas sei dos passos dele e desejo a ele todo o sucesso do mundo, por que ele merece. Pelo Twitter, acompanhei as noites não dormidas trabalhando nesse livro, as ansiedades compartilhadas com todos os seus seguidores. "Necrópolis" vai bombar, com certeza.
E claro, desde que eu ingressei nessa jornada louca, pude conversar com outros escritores, roteiristas e os aspirantes a escritores que acham que vão ficar ricos publicando qualquer coisa.
Sem querer ser pretensiosa, mas já sendo, eu já tenho uma certa bagagem e já posso dar dicas e conselhos para quem está começando e que não sabe como dar os primeiros passos. Absolutamente normal.
Volta e meia, sempre aparece alguém, me perguntando sobre como é, se é muito difícil, se deve escrever de um jeito ou de outro e falo que a pessoa deve seguir sempre o coração e pesquisar sobre absolutamente tudo.
E foi nessas circunstâncias que eu conheci uma pessoa que também estava escrevendo seu livro. Não vou dizer seu nome, ficaria chato, bem chato...
Enfim, essa pessoa me perguntava sobre absolutamente tudo, me torrava a paciência mesmo, mas com toda a calma do mundo, respondia a todas as perguntas, por que eu queria que ela se sentisse bem-vinda ao mundo literário. Assim como eu fui...
Dei dicas sobre registros, editoras, vendas, público alvo, entre tantas outras coisas. Ela não sabia de absolutamente nada.
Enfim, o livro dessa pessoa foi publicado. Claro que na época, eu fiquei feliz, mas depois eu vi os agradecimentos. Meu nome não estava lá. Só quero deixar claro que não quero confete, paparicação ou qualquer coisa parecida, mas seria bom deixar claro, que se não fosse for mim, esse livro não teria nascido, sequer escrito.
Já tentei parabenizá-la pelo livro, tentei me aproximar perguntando como é que andava as vendas, a aceitação do público e tudo o que eu ouço é que nunca dá para falar comigo. A pessoa mudou completamente, virou estrela, sem ao menos ter anoitecido.
Bem, o que esperar de uma pessoa que implora para que as pessoas comprem seu livro, senão o amadorismo?
Quando eu comecei, as dicas que o Douglas me deu foram só uma sementinha, o resto eu me virei, pesquisei tudo sozinha e continuo fazendo. Acho que é assim que deve ser...
Se todos os escritores dessem as mãos e mandassem para às favas o ego, a vaidade, a ignorância, esse universo tão lindo e rico ficaria muito mais fácil para qualquer um. Uma mão lava a outra. Sempre. Ainda mais nesse meio.
Seria mais bonito se as pessoas não se deixassem iludir com alguns elogios e se alimentar disso. O que importa é o trabalho.
E claro, vou continuar ajudando a quem me pergunta. Quero que cada vez a literatura nacional, principalmente a fantástica, cresça, se expanda e consiga tatuar seu nome no mercado.
Quanto a isso, tudo o vem rápido, vai embora rápido e na boa, torço pelo sucesso dela. O que me consola é que de repente, são aqueles famosos 15 minutos de fama. Torço pelo successo instantâneo, mas eu seria muito hipócrita em dizer que eu torceria pela longevidade.
Atitudes assim nunca vão muito longe. Espero que um dia essa pessoa entenda o real significado da complexidade e da importância de se escrever um livro.

Love!
Carol Rossetto

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Mensageiro no Paraná!!!!

Que a Internet é rápida e fácil para todo mundo, isso já é fato! Não precisa ninguém dizer.
Mas por causa dela, eu quero agradecer o pessoal que faz parte da comunidade do meu livro no Orkut: MENSAGEIRO DOS VENTOS - O LIVRO, que já conta com 352 pessoas. Pode não ser nada para muita gente, mas para uma escritora ainda desconhecida com eu, é muita coisa, podem ter certeza.
E dentro dessas 352 pessoas, surge um ou outro, que com certeza, acredita no meu potencial e na história do livro. E dentro dessas pessoas, surgiu o Sérgio (não vou me lembrar do seu sobrenome, desculpa), um professor universitário de uma faculdade do Paraná que estava interessado em fazer uma matéria sobre o livro no jornal da universidade, o FILOZINE.
É óbvio que eu aceitei e como eu não tenho o link do jornal, vou colocar a matéria aqui. Claro, com a autorização dele:

MENSAGEIRO DOS VENTOS

"Tomei contato com alguns comentários (ótimos) sobre um livro de ficção... "Mensageiro dos Ventos". E claro, já fiz o pedido e estou em compasso de espera para uma leitura que, até onde, foi comentado comigo, vai permitir alguma horas deliciosas de lazer.

Obra da simpática Caroline Rossetto ( que já foi autorizando os comentários aqui no Fzine), tem sido comentado por uma galerinha gótica com a qual mantenho contatos em Sampa.

Portanto, em frente. Segundo a autora, logo mais outras obras serão entregues ao público.

Caroline, beijão carinhoso, sucesso e aguardamos mais novidades, ok? Aos interessados, o livro está disponível no Amazon. com e também no site da editora www.biblioteca24x7.com.br "

Ao Sérgio, muito mais que obrigada. E a todos que acreditam no MENSAGEIRO.

Escrever livros no Brasil é muito difícil, mas é dolorosamente maravilhoso.

Love!

Carol Rossetto










domingo, 19 de setembro de 2010

Simplesmente F.R.I.E.N.D.S





Queria tentar explicar o que Friends significa para mim, mas acho que não vou conseguir. Eu sei que estou há mais de 10 anos atrasada, mas só ontem eu terminei de assistir as 10 temporadas, sem nunca ter assistido antes.

Gostaria de saber em que mundo eu estava para nunca ter me interessado? Eu já conhecia de nome, mas nunca tive vontade de ver, até me dar o clique numa crise de abstinência durante as férias do "The Big Bang Theory".

Durante quase 2 meses, Friends foi meu companheiro de todas as madrugadas.

O bom é que o seriado não conta com um enredo genial, inovador, diferente. Na real, é bem bobo, se for pensar. É clichê, é tão simples que à primeira vista, muitos se perguntariam como aquilo foi gravado.

Não tem como explicar. Só assistindo para você entender a magia e simplicidade de tudo. A história trata do amor verdadeiro e da amizade sincera. Da verdadeira amizade. Daquelas que você faria de tudo para ver um amigo seu feliz, se fosse para você ficar triste. Daquelas que que você emprestaria algum dinheiro se seu amigo estivesse precisando, mas que você também iria ficar sem.

Não sei se só eu tenho a impressão ou se é impressão de todos os Friendmaníacos, que muitas vezes, eu era a 7ª integrante, ali olhando de longe. Friends faz esse convite.

Também posso dizer que aprendi muita coisa nesses dois meses (sim, é lição de vida, generosidade e honestidade) e que amigos também servem para nos ensinar MUITAS besteiras.

O que dizer da atuação de todos eles? Matt Le Blanc, Matthew Perry, Jennifer Aniston, Courtney Cox, David Shwimmer e Lisa Kudrow? Não, eles não atuaram. Eles viveram. Eles eram os personagens. E ponto.

Friends agora, ficou marcado em minha vida. Como todo fã do seriado, esperamos pelo filme com a promessa eterna de que um dia será lançado. Eu espero ansiosamente, sei lá, pra matar as saudades ou deixar ainda mais.

Friends foi sublime. Foi especial por que simplesmente não se limitou a falar dos personagens principais da série, mas deu a importância devida para todo mundo.

E que Chandler, Joey, Ross, Rachel, Phoebe e Monica fiquem eternamente gravados em nossa memória.

Friends para sempre!!!!



E quanto aos produtores do seriado, Marta Kauffman e David Crane, só posso dizer MUITO OBRIGADA!







terça-feira, 17 de agosto de 2010

Um pouco do Mensageiro...

Atendendo a pedidos, resolvi colocar um pouquinho da história do livro aqui no blog. Na verdade, é só a introdução, um aperitivo. Se vocês gostarem, com certeza, você vai procurar pelo livro. Se não, é só parar por aqui. Fique à vontade. Lá vai:

"E um pote de ouro se esconde atrás do arco-íris. Eu não vi, ninguém viu, apenas um velhinho que conseguiu chegar até lá, por que seu maior desejo era encontrar algo que ele nunca viu, ele só sabe que perdeu e que até hoje vaga por aí, tentando encontrar o que só ele sabe. Desde então, ele viaja para os mais diferentes lugares, onde só a imaginação pode nos levar. Podemos dizer, que dia desses, ele encontrou o que queria e agora anda para saber se certas pessoas tem o que ele tinha perdido!"
- Acabou assim?Decorei essa droga durante meses para acabar desse jeito?
Essa é Natália, uma menina que desde os seis anos de idade, mostra que é diferente das outras garotas que cresceram ao seu redor.
... (continua)

Gostou? Pois então, o livro está à venda no site da editora: www.biblioteca24x7.com.br ou no nesse site www.amazon.com

Espero que a curiosidade toma conta de sua cabeça e que procure pelo livro. Pelo menos para nós conversarmos sobre a história.

Beijo pra todo mundo!

Love!
Carol Rossetto!

Ah, e para qualquer engraçadinho maldoso, a história está devidamente registrada. Recado dado. FUI.

sábado, 7 de agosto de 2010

Um pouco de bobagem!!!!

E se eu fosse...

Uma fruta? Morango
Um personagem de histórias em quadrinhos? Cebolinha, da Turma da Mônica
Um desenho animado? Pica Pau
Um homem? John Lennon
Um seriado? Anos Incríveis, pela visão de vida que ele traz
Uma comida? Pizza
Um programa de TV? Qualquer talk show americano
Um herói? Thor
Um livro? A Sombra do Vento de Carlos Ruíz Zafón
Um objeto? Um aparelho de MP3
Um sentimento? Felicidade
Uma palavra? Justiça
Uma doença? Catapora
Uma mobília? Cama
Uma música? Coisas que eu sei, Danni Carlos
Uma revista? Mundo estranho

E você? O que seria?


Love!
Carol Rossetto

domingo, 25 de julho de 2010

Baile de máscaras...

Já repararam como muitas coisas são injustas? Perdemos uma vaga de emprego para pessoas que a gente nem sabe se estava precisando tanto quanto a gente, perdemos amigos especiais por besteiras, perdemos o namorado para pessoas mais feias e sem graças, perdemos as coisas por erros que a gente nem sabe se ao menos, cometeu.
É uma lição e um aprendizado de vida muito grande quando a gente erra. Refletir e admitir que erramos, faz parte do amadurecimento. Dói demais ter que crescer e amadurecer.
Mas, e quando, a gente não faz nada e perde do mesmo jeito? Principalmente coisas legais que não deveria ser perdidas e que outra pessoa está fazendo parte daquilo.
Sabe aquela sensação de que era você que devia estar no lugar que era seu, sempre foi seu e que por algum motivo você não está lá, por que fizeram de tudo para aquilo não ser seu?
Por quanto tempo? Meses? Anos? Para sempre?
O "para sempre" é o que me aterroriza. O "para sempre" quer dizer NUNCA mais.
Pois é, muitas pessoas colocam máscaras. Às vezes, colocam as melhores e as mais bonitas, enganando quem não deveria ser enganado.
Eu me pergunto, o que faz uma pessoa agir desse jeito: Medo? Insegurança? Ciúmes?
Não sei, eu tenho pena de pessoas assim, que prefere viver o irreal mostrando o que não é para conquistar o que deveria ser conquistado naturalmente.
Quando a máscara é colocada com Super Bonder, nem na hora em que fecha as cortinas, dá para tirar, por que o que tem de mais podre, se tirar, é colocado para fora. E aí, como fica?
A pessoa se esconde para sempre. É, eu tenho pena...
E aí, vale tudo, mas tudo mesmo, para se conseguir o que quer? Pode até ser. Mas, com certeza, com certeza MESMO, não é duradouro.
E sinceramente, eu não vivo assim. E nem sei se conseguiria.

Love!
Carol Rossetto