Hello, people!
Mais uma vez, me desculpem pelo sumiço. Dessa vez, a coisa ficou séria. Meu pai ficou doente e precisou ficar internado por um tempo. Foi punk!!!! Tudo isso, conciliando faculdade, trabalhos somados a falta de Internet que eu continuo sem...
Mas não importa! Estou de volta e dessa vez com novidades...
Depois de muita batalha, após 2 anos, o Mensageiro dos Ventos agora pode ser adquirido na Livraria Cultura. Ficou bem mais fácil!!!!
É só acessar o site da Livraria Cultura e se deliciar com a história! Conto com vocês!!!!
http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=22515078&tknOrigem=1&tknSearchIdLog=7348492&tknRanking=1&sid=89121304613527615263528811&k5=2B8F24A8&uid=
Love
Carol Rossetto
sexta-feira, 27 de maio de 2011
sexta-feira, 8 de abril de 2011
10 motivos para se ler Mensageiro dos Ventos...
Em julho desse ano, fará 2 anos que o "Mensageiro dos Ventos" foi lançado. Desde então, muita gente já comprou, mas, o que existe mesmo, são pessoas curiosas perguntando sobre a história, sobre os personagens, sobre tudo. Então, para ajudar, reuni 10 motivos para ler meu livro. Quem sabe agora vocês se interessem e comprem o Mensageiro, não é verdade? 1. Apesar de ser ficção/fantasia, não é um Harry Potter, Crônicas de Nárnia ou Senhor dos Anéis. Não invento palavras, não existe animais que falam e não invento feitiços. Me baseio em lendas "concretas". 2. A personagem Natália é bem diferente da maioria das heroínas: ela é chata, arrogante e metida. 3. A história lida com a morte de um jeito bem diferente. 4. Onde encontrar um menino sem boca, mas que fala; um guerreiro medroso; um sábio burro e um vilão diabolicamente encantador? 5. Os ambientes do livro são densos, intensos, escuros e misteriosos. 6. A história te transporta para uma outra realidade, fugindo da sua e até mesmo de você. 7. Todo mundo tem um lado bom e um lado mal. Depende de como você encara. 8. Se você gosta de todos os tipos de mitologias, História baseada na Idade Média, religiões desconhecidas e o goticismo; esse é o livro perfeito. 9. Nem tudo o que é parece ser. Bem clichê, mas é assim mesmo. 10. Por que ler é legal, oras... Espero que eu tenha aguçado a curiosidade de vocês. Se não consegui, bem, vocês não sabem o que estão perdendo. (Risos) Love! Carol Rossetto
quarta-feira, 9 de março de 2011
Inspiração e suor...
Olá!!!!
Desculpem pelo blog abandonado, prefiro dizer que eu tava de férias. Mas não é, só quem é escritor ou qualquer coisa parecida, sabe o quanto é difícil ter inspiração.
Eu sofro de bloqueios criativos e não tenho vergonha de dizer.
Chegar aqui e dizer qualquer besteira, prefiro deixar abandonado. É melhor fazer com que as pessoas gostem do vão encontrar por aqui do fazer que elas acessem outra coisa antes de chegar ao fim.
Não quero parecer culta, inteligente ou escrever coisas sensacionais o tempo todo. Eu até me esforço pra isso, mas também não quero ser uma chata e não ter a capacidade de dizer besteiras também.
Mas enfim, vou me esforçar pra sempre estar por aqui, escrevendo coisas que me agradam ou que me irritam.
Ultimamente nada está me irritando muito.
As vendagens do livro andam bem e tenho um projeto com um amigo que espero que saia do papel e da ideia. Nada de muito concreto por enquanto. Mas é alguma coisa.
Estou pensando em fazer um sorteio do livro por aqui também.
O que vcs acham?
Love!
Carol Rossetto
Desculpem pelo blog abandonado, prefiro dizer que eu tava de férias. Mas não é, só quem é escritor ou qualquer coisa parecida, sabe o quanto é difícil ter inspiração.
Eu sofro de bloqueios criativos e não tenho vergonha de dizer.
Chegar aqui e dizer qualquer besteira, prefiro deixar abandonado. É melhor fazer com que as pessoas gostem do vão encontrar por aqui do fazer que elas acessem outra coisa antes de chegar ao fim.
Não quero parecer culta, inteligente ou escrever coisas sensacionais o tempo todo. Eu até me esforço pra isso, mas também não quero ser uma chata e não ter a capacidade de dizer besteiras também.
Mas enfim, vou me esforçar pra sempre estar por aqui, escrevendo coisas que me agradam ou que me irritam.
Ultimamente nada está me irritando muito.
As vendagens do livro andam bem e tenho um projeto com um amigo que espero que saia do papel e da ideia. Nada de muito concreto por enquanto. Mas é alguma coisa.
Estou pensando em fazer um sorteio do livro por aqui também.
O que vcs acham?
Love!
Carol Rossetto
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Nossa!
Caramba! Faz muito tempo que não apareço por aqui...
Por um grande lapso meu, esqueci a senha e não pude aparecer mais por aqui.
Mas, agora estou de volta e estarei sempre presente.
Só dei uma passadinha pra não ficar mais às moscas como estava!
Voltei e em breve, estarei com novidades!
Love!
Carol Rossetto
Por um grande lapso meu, esqueci a senha e não pude aparecer mais por aqui.
Mas, agora estou de volta e estarei sempre presente.
Só dei uma passadinha pra não ficar mais às moscas como estava!
Voltei e em breve, estarei com novidades!
Love!
Carol Rossetto
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
ANO NOVO ATRASADO...
Já se passaram 12 dias desde que 2011 começou e na teoria, as promessas feitas no último mês do ano deveriam começar a ser realizadas a partir de agora. Promessas e simpatias povoam a cabeça das pessoas.
Emagrecer, ganhar dinheiro, mudar de emprego, arrumar um namorado, são os principais pedidos para o ano que chega.
Pois é, depois que descobri que o ANO NOVO é apenas o dia seguinte, perdeu um pouco da graça. Não que eu não soubesse, mas nunca tinha parado para pensar nisso.
Esperamos o ano inteiro pela meia noite, comer um monte e esperar o dia seguinte chegar. É, isso é bem louco.
E na real, pensamos que vamos cumprir tudo aquilo que escrevemos na lista, mas não NUNCA iremos cumprir, pois não costumamos seguir regras. Pelo menos, a que colocamos para nós mesmos.
Não sei se isso é bom ou ruim. Deixar a vida nos levar também é ficar amiga do inesperado. E o inesperado nem sempre é bom.
Então, espero que esse ano seja maravilhoso para todos nós e que venham surpresas boas para todo mundo.
Afinal de contas, 2011 já deu a largada e metade do que eu diria nesse post já foi. É passado. Muito 2010.
Love!
Carol Rossetto
Emagrecer, ganhar dinheiro, mudar de emprego, arrumar um namorado, são os principais pedidos para o ano que chega.
Pois é, depois que descobri que o ANO NOVO é apenas o dia seguinte, perdeu um pouco da graça. Não que eu não soubesse, mas nunca tinha parado para pensar nisso.
Esperamos o ano inteiro pela meia noite, comer um monte e esperar o dia seguinte chegar. É, isso é bem louco.
E na real, pensamos que vamos cumprir tudo aquilo que escrevemos na lista, mas não NUNCA iremos cumprir, pois não costumamos seguir regras. Pelo menos, a que colocamos para nós mesmos.
Não sei se isso é bom ou ruim. Deixar a vida nos levar também é ficar amiga do inesperado. E o inesperado nem sempre é bom.
Então, espero que esse ano seja maravilhoso para todos nós e que venham surpresas boas para todo mundo.
Afinal de contas, 2011 já deu a largada e metade do que eu diria nesse post já foi. É passado. Muito 2010.
Love!
Carol Rossetto
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Simplesmente contar histórias...
De volta...
Sábado ( 04/12) realizei mais um grande sonho na minha vida. Esse meu sonho começou por acaso, totalmente sem querer, numa tarde de um sábado qualquer, tomando sorvete num shopping.
Era feira do livro e vi uma mulher toda fantasiada com um monte de crianças olhando para ela completamente hipnotizadas.
Claro que atiçou minha curiosidade e fui logo saber o que era. A mulher estava contando histórias.
Ela me fisgou e jamais esqueci daquele momento único. Só sei que eu queria aquilo para mim, sem saber que isso poderia ser profissão.
Persegui aquilo durante 3 anos da minha vida e sempre com tentativas frustradas. Queria aprender a fazer igual aquela moça.
Todo mundo conta histórias. Na verdade, contamos histórias todos os dias, só não percebemos.
Não existe técnicas, como receita de bolo. Não existe: "APRENDA A CONTAR HISTÓRIAS".
Existem cursos para despertar o contador que existe dentro de cada um. E foi o que eu fiz.
Depois de 3 anos, finalmente consegui, através de dicas de uma grande amiga e um mini vestibular, consegui passar e finalmente entrar ainda mais no mundo de grandes histórias.
Não consigo explicar em palavras o que foi esse semestre, a experiência que tive.
Tive aula com o professor mais fantástico que qualquer escola poderia ter. Sua palavras saem do coração para entrar no coração do outro.
Suas palavras emocionam, te fazem pensar. Causa um burburinho dentro da alma, até virar explosão.
Jamais vou esquecer do homem com cara de desenho que todo sábado nos fazia pensar e entrar em contato com o inexplorado, com o novo, com o fantástico.
Sentirei saudades desse cara que não precisava fazer muito para contar histórias. No caso dele, era só abrir a boca que pra mim, era muito melhor do que qualquer música já cantada.
Não posso me considerar uma contadora de histórias ainda. Descobrir o seu lado contador é difícil, pode levar anos. Mas me ensinaram o caminho...
E eu só posso dizer que minha mala está completamente recheada de histórias maravilhosas, amigos fantásticos, experiências divinas e um amor totalmente especial...
Mas isso já é outra história...
Love!
Carol Rossetto
Sábado ( 04/12) realizei mais um grande sonho na minha vida. Esse meu sonho começou por acaso, totalmente sem querer, numa tarde de um sábado qualquer, tomando sorvete num shopping.
Era feira do livro e vi uma mulher toda fantasiada com um monte de crianças olhando para ela completamente hipnotizadas.
Claro que atiçou minha curiosidade e fui logo saber o que era. A mulher estava contando histórias.
Ela me fisgou e jamais esqueci daquele momento único. Só sei que eu queria aquilo para mim, sem saber que isso poderia ser profissão.
Persegui aquilo durante 3 anos da minha vida e sempre com tentativas frustradas. Queria aprender a fazer igual aquela moça.
Todo mundo conta histórias. Na verdade, contamos histórias todos os dias, só não percebemos.
Não existe técnicas, como receita de bolo. Não existe: "APRENDA A CONTAR HISTÓRIAS".
Existem cursos para despertar o contador que existe dentro de cada um. E foi o que eu fiz.
Depois de 3 anos, finalmente consegui, através de dicas de uma grande amiga e um mini vestibular, consegui passar e finalmente entrar ainda mais no mundo de grandes histórias.
Não consigo explicar em palavras o que foi esse semestre, a experiência que tive.
Tive aula com o professor mais fantástico que qualquer escola poderia ter. Sua palavras saem do coração para entrar no coração do outro.
Suas palavras emocionam, te fazem pensar. Causa um burburinho dentro da alma, até virar explosão.
Jamais vou esquecer do homem com cara de desenho que todo sábado nos fazia pensar e entrar em contato com o inexplorado, com o novo, com o fantástico.
Sentirei saudades desse cara que não precisava fazer muito para contar histórias. No caso dele, era só abrir a boca que pra mim, era muito melhor do que qualquer música já cantada.
Não posso me considerar uma contadora de histórias ainda. Descobrir o seu lado contador é difícil, pode levar anos. Mas me ensinaram o caminho...
E eu só posso dizer que minha mala está completamente recheada de histórias maravilhosas, amigos fantásticos, experiências divinas e um amor totalmente especial...
Mas isso já é outra história...
Love!
Carol Rossetto
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
No mais profundo buraco do seu ego...
Já faz um tempo que não apareço por aqui e sei que isso não é uma coisa muito legal. Deveria ser mais presente, mas é que muitas vezes a faculdade não deixa ou simplesmente por que acho que não tenho muita coisa de interessante para falar ou escrever.
Tem coisas bem legais acontecendo, outras nem tanto. E tem uma coisa que está me incomodando e muito.
Quem é escritor, ator ou qualquer coisa que se remeta a cultura, sabe que no Brasil as coisas são complicadas. Muitas vezes, bem restritas. Quem trabalha com isso, sabe bem como é. Principalmente, quem não é muito conhecido ou quem não tem muito dinheiro.
Na teoria, deveríamos nos dar as mãos, ajudar e dar dicas para quem está começando ou até mesmo para quem já tem até uma certa bagagem, mas ainda não chegou onde deve.
Eu sempre escrevi, mas quando resolvi levar isso a sério, apareceu algumas pessoas bem legais para me dar dicas, mas teve uma que foi essencial nessa minha caminhada. O Douglas MCT, autor do livro "Necrópolis" que será lançado agora dia 07 de Novembro pela Editora Draco. Conversamos poucas vezes e mesmo sem me conhecer pessoalmente, ele me deu dicas sensacionais que qualquer um com o ego mais mimado não daria.
Ele não precisava fazer isso se não quisesse, mas deu e com todas as dicas dele, pude publicar o Mensageiro dos Ventos que claro, não é um best-seller (ainda, rs).
Perdemos o contato, a gente não se fala mais (infelizmente), mas sei dos passos dele e desejo a ele todo o sucesso do mundo, por que ele merece. Pelo Twitter, acompanhei as noites não dormidas trabalhando nesse livro, as ansiedades compartilhadas com todos os seus seguidores. "Necrópolis" vai bombar, com certeza.
E claro, desde que eu ingressei nessa jornada louca, pude conversar com outros escritores, roteiristas e os aspirantes a escritores que acham que vão ficar ricos publicando qualquer coisa.
Sem querer ser pretensiosa, mas já sendo, eu já tenho uma certa bagagem e já posso dar dicas e conselhos para quem está começando e que não sabe como dar os primeiros passos. Absolutamente normal.
Volta e meia, sempre aparece alguém, me perguntando sobre como é, se é muito difícil, se deve escrever de um jeito ou de outro e falo que a pessoa deve seguir sempre o coração e pesquisar sobre absolutamente tudo.
E foi nessas circunstâncias que eu conheci uma pessoa que também estava escrevendo seu livro. Não vou dizer seu nome, ficaria chato, bem chato...
Enfim, essa pessoa me perguntava sobre absolutamente tudo, me torrava a paciência mesmo, mas com toda a calma do mundo, respondia a todas as perguntas, por que eu queria que ela se sentisse bem-vinda ao mundo literário. Assim como eu fui...
Dei dicas sobre registros, editoras, vendas, público alvo, entre tantas outras coisas. Ela não sabia de absolutamente nada.
Enfim, o livro dessa pessoa foi publicado. Claro que na época, eu fiquei feliz, mas depois eu vi os agradecimentos. Meu nome não estava lá. Só quero deixar claro que não quero confete, paparicação ou qualquer coisa parecida, mas seria bom deixar claro, que se não fosse for mim, esse livro não teria nascido, sequer escrito.
Já tentei parabenizá-la pelo livro, tentei me aproximar perguntando como é que andava as vendas, a aceitação do público e tudo o que eu ouço é que nunca dá para falar comigo. A pessoa mudou completamente, virou estrela, sem ao menos ter anoitecido.
Bem, o que esperar de uma pessoa que implora para que as pessoas comprem seu livro, senão o amadorismo?
Quando eu comecei, as dicas que o Douglas me deu foram só uma sementinha, o resto eu me virei, pesquisei tudo sozinha e continuo fazendo. Acho que é assim que deve ser...
Se todos os escritores dessem as mãos e mandassem para às favas o ego, a vaidade, a ignorância, esse universo tão lindo e rico ficaria muito mais fácil para qualquer um. Uma mão lava a outra. Sempre. Ainda mais nesse meio.
Seria mais bonito se as pessoas não se deixassem iludir com alguns elogios e se alimentar disso. O que importa é o trabalho.
E claro, vou continuar ajudando a quem me pergunta. Quero que cada vez a literatura nacional, principalmente a fantástica, cresça, se expanda e consiga tatuar seu nome no mercado.
Quanto a isso, tudo o vem rápido, vai embora rápido e na boa, torço pelo sucesso dela. O que me consola é que de repente, são aqueles famosos 15 minutos de fama. Torço pelo successo instantâneo, mas eu seria muito hipócrita em dizer que eu torceria pela longevidade.
Atitudes assim nunca vão muito longe. Espero que um dia essa pessoa entenda o real significado da complexidade e da importância de se escrever um livro.
Love!
Carol Rossetto
Tem coisas bem legais acontecendo, outras nem tanto. E tem uma coisa que está me incomodando e muito.
Quem é escritor, ator ou qualquer coisa que se remeta a cultura, sabe que no Brasil as coisas são complicadas. Muitas vezes, bem restritas. Quem trabalha com isso, sabe bem como é. Principalmente, quem não é muito conhecido ou quem não tem muito dinheiro.
Na teoria, deveríamos nos dar as mãos, ajudar e dar dicas para quem está começando ou até mesmo para quem já tem até uma certa bagagem, mas ainda não chegou onde deve.
Eu sempre escrevi, mas quando resolvi levar isso a sério, apareceu algumas pessoas bem legais para me dar dicas, mas teve uma que foi essencial nessa minha caminhada. O Douglas MCT, autor do livro "Necrópolis" que será lançado agora dia 07 de Novembro pela Editora Draco. Conversamos poucas vezes e mesmo sem me conhecer pessoalmente, ele me deu dicas sensacionais que qualquer um com o ego mais mimado não daria.
Ele não precisava fazer isso se não quisesse, mas deu e com todas as dicas dele, pude publicar o Mensageiro dos Ventos que claro, não é um best-seller (ainda, rs).
Perdemos o contato, a gente não se fala mais (infelizmente), mas sei dos passos dele e desejo a ele todo o sucesso do mundo, por que ele merece. Pelo Twitter, acompanhei as noites não dormidas trabalhando nesse livro, as ansiedades compartilhadas com todos os seus seguidores. "Necrópolis" vai bombar, com certeza.
E claro, desde que eu ingressei nessa jornada louca, pude conversar com outros escritores, roteiristas e os aspirantes a escritores que acham que vão ficar ricos publicando qualquer coisa.
Sem querer ser pretensiosa, mas já sendo, eu já tenho uma certa bagagem e já posso dar dicas e conselhos para quem está começando e que não sabe como dar os primeiros passos. Absolutamente normal.
Volta e meia, sempre aparece alguém, me perguntando sobre como é, se é muito difícil, se deve escrever de um jeito ou de outro e falo que a pessoa deve seguir sempre o coração e pesquisar sobre absolutamente tudo.
E foi nessas circunstâncias que eu conheci uma pessoa que também estava escrevendo seu livro. Não vou dizer seu nome, ficaria chato, bem chato...
Enfim, essa pessoa me perguntava sobre absolutamente tudo, me torrava a paciência mesmo, mas com toda a calma do mundo, respondia a todas as perguntas, por que eu queria que ela se sentisse bem-vinda ao mundo literário. Assim como eu fui...
Dei dicas sobre registros, editoras, vendas, público alvo, entre tantas outras coisas. Ela não sabia de absolutamente nada.
Enfim, o livro dessa pessoa foi publicado. Claro que na época, eu fiquei feliz, mas depois eu vi os agradecimentos. Meu nome não estava lá. Só quero deixar claro que não quero confete, paparicação ou qualquer coisa parecida, mas seria bom deixar claro, que se não fosse for mim, esse livro não teria nascido, sequer escrito.
Já tentei parabenizá-la pelo livro, tentei me aproximar perguntando como é que andava as vendas, a aceitação do público e tudo o que eu ouço é que nunca dá para falar comigo. A pessoa mudou completamente, virou estrela, sem ao menos ter anoitecido.
Bem, o que esperar de uma pessoa que implora para que as pessoas comprem seu livro, senão o amadorismo?
Quando eu comecei, as dicas que o Douglas me deu foram só uma sementinha, o resto eu me virei, pesquisei tudo sozinha e continuo fazendo. Acho que é assim que deve ser...
Se todos os escritores dessem as mãos e mandassem para às favas o ego, a vaidade, a ignorância, esse universo tão lindo e rico ficaria muito mais fácil para qualquer um. Uma mão lava a outra. Sempre. Ainda mais nesse meio.
Seria mais bonito se as pessoas não se deixassem iludir com alguns elogios e se alimentar disso. O que importa é o trabalho.
E claro, vou continuar ajudando a quem me pergunta. Quero que cada vez a literatura nacional, principalmente a fantástica, cresça, se expanda e consiga tatuar seu nome no mercado.
Quanto a isso, tudo o vem rápido, vai embora rápido e na boa, torço pelo sucesso dela. O que me consola é que de repente, são aqueles famosos 15 minutos de fama. Torço pelo successo instantâneo, mas eu seria muito hipócrita em dizer que eu torceria pela longevidade.
Atitudes assim nunca vão muito longe. Espero que um dia essa pessoa entenda o real significado da complexidade e da importância de se escrever um livro.
Love!
Carol Rossetto
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