quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
MENSAGEIRA DOS BRASILEIROS...
Bom, a primeira é que o título já está dizendo. Saí mais uma vez no jornal ( SP Jornal )dando uma entrevista para o Kaká (desculpe-me, não vou me lembrar do seu sobrenome) e para o Fernando Aires. Os links (tanto do jornal e a entrevista completa estão nesse link). Ah, apareço na página 6: http://www.readoz.com/publication/read?i=1046369#page6 A entrevista na íntegra, vc encontra em: www.portalraj.com.br
E também quero dizer que a capa da 2ª parte do Mensageiro já está sendo feita e que em muito em breve, posto o 1º booktrailer da saga MENSAGEIRO.
A terceira parte do Mensageiro está a todo vapor e logo termino. Muita coisa acontecendo e feridas estão sendo abertas.
Então, é isso.
Estou por aqui. Com ideias borbulhando.
Love!
Carol Rossetto
sábado, 12 de novembro de 2011
Mensageiro voando...
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Mais um texto meu...
Eu o escrevi numa tarde em que tava de "castigo". Fui acompanhar minha mãe na aula de pintura e eu sabia que levaria uma tarde inteira. Na primeira hora, eu só ficava escutando o papo de madames: tricô, crochê, faxina, Datena. Papo de donas de casa. Um verdadeiro tédio. Até que a cachorra da mulher cismou comigo. Era uma poodle meio branca/meio rosa que começou a latir sem parar. No fim, descobri que o que ela queria era carinho. Mas como dizer à ela que eu não tava a fim?
Só sei que nessa tarde tediosa, esse texto nasceu em "homenagem" a cachorra. Mas já adianto que nada tem haver com au-aus. Eis aí um desabafo de um cara apaixonado:
MEG
"Foi a primeira vez que a vi. Na praia com cinco amigas. Me apaixonei. Sim, foi amor à primeira vista. Achei que eu estivesse ficando louco, mas não, isso nunca tinha acontecido comigo e tive a certeza que isso se arrastaria para o resto de minha vida. Nunca vi uma coisa tão linda. Aí, me bateu o desespero: "Cara, e minha namorada que tinha ficado?".
À essa altura tinha virado ex. Nunca senti pela minha namorada o que eu começava a sentir por aquela garota. Aquela menina pequenininha, parecia tão frágil. Resolvi falar com ela e passei vergonha. Pô, tava a fim de ficar com ela. Putz, ela tinha 16 anos , só 16. Era uma criança para um cara de 26 como eu. As amigas dela dela começaram a rir. Me senti um idiota, meio que um tio dando bronca. Mas tudo o que eu pensei era que não queria perder essa chance. Joguei minha lábia e ficamos. Não só ficamos, mas prometemos nos ver assim que acabasse nossas férias.
Chegando em casa, descobri que Meg era a prima da minha namorada. Contei para ela que estava apaixonado como nunca tinha sido por ela. Ela não aceitou muito bem, mas não poderia fazer mais nada. De repente, me bateu uma loucura, fiz uma tatuagem nas costas com seu nome. Eu deveria estar ficando louco, mas nada poderia ser feito. Meg já era o centro da minha vida.
De repente, tive uma surpresa. Meg me ligou. Quase explodi de felicidade e nós combinamos de pegá-la na casa dela e sairmos para dar uma volta. Só sei que não via a hora de vê-la novamente. Só pensava naquela boca, naquele rosto, naquele corpo. Meu Deus, estava ficando louco. Só queria beijar Meg outra vez e me apressei. Saí com tanta pressa que esqueci o dinheiro e não deu para fazer nada. Ela estava linda e nos beijamos. Esquecemos que não poderíamos fazer mais nada naquela noite e nos beijamos sem parar. Mostrei minha tatuagem. Ela fez uma careta e não gostou. Mas não importava. Só fiz por causa da certeza de ela seria minha para todo o sempre. Eu a pedi em namoro e ela aceitou. Nos víamos todos os dias. Com 1 mês juntos, eu pedi a Meg em casamento. Era loucura, mas eu tinha certeza do que eu queria.
Se eu tinha certeza, ela não tinha tanta. Foi aí que ela resolveu se afastar e resolveu terminar comigo sem explicação nenhuma. Eu fiquei louco, quase morri. Ela não retornava minha ligações. Não entendi nada. Parei de comer, beber, não saía, emagreci quase 20 quilos. Não tinha mais vontade de fazer nada. Tentei de tudo para reconquistá-la e não deu certo. Foi quando eu me entreguei à bebida. Mas tentava não fazer isso por causa dela. Tinha a esperança de eu ainda a teria de volta. Tantos planos e sonhos jogados fora e ela não queria mais saber de mim. Se eu soubesse que eu poderia ser o culpado de tudo, eu daria um jeito e ficaria mais tranquilo. E o pior de tudo, foi quando eu soube que ela estava namorando de novo. Imaginei todo tipo de cara, mais forte, mais rico, mais bonito do que eu.
E então, um dia eu resolvi andar por aí, sem rumo e sem destino, até que eu a vi em uma praça. Aos beijos... com uma mulher!!!! Resolvi ir lá, conversar e tirar satisfações com ela. Ela ficou surpresa quando me viu e e assumiu para mim que ela era gay. Meu mundo caiu!!!! A mulher da minha vida... LÉSBICA!!!!
Tudo o que ela disse foi um sinto muito e que jamais queria ter me feito mal, mas que não estava feliz e que eu fui uma experiência nova em sua vida. Mas que não tinha gostado. Olhei para ela, aturdido e ela foi embora com um "se cuida". Eu não podia acreditar naquilo".
Pois é, a história não tem um final. Na hora em que eu ia terminar, a aula tinha acabado e minha mãe já estava arrumando as coisas para irmos embora. Eu poderia arranjar um final para ela, agora, nesse momento, mas acho que não teria muito a ver. Os pensamentos, o sincronismo, as ideias eram outros naquela época e eu não poderia colocar qualquer outro final. Um final que eu nem sei qual seria.
E então, gostaram?
Espero que sim!
Love!
Carol Rossetto
sábado, 6 de agosto de 2011
10 anos depois...
E nessa andança, resolvi passar por uma rua que fez parte da minha história. Mas, não é uma simples rua. Acredito que todos tem um lugar especial guardado no coração e comigo não é diferente.
Depois de 10 anos, passei por lá. É a rua da minha antiga escola, onde estive todos os dias durante 2 anos. E me deu saudades. É estranho dizer que se passaram 10 anos. Pra quem tem lá, seus 40 e poucos anos, 10 anos não parece ser absolutamente nada. Mas pra quem 26 como eu, isso assusta.
É engraçado reviver as memórias de quando você era adolescente. A maior preocupação que você tinha na vida era apenas passar de ano.
Fiquei parada durante um bom tempo olhando absolutamente tudo. Incrível que não mudou nada, apenas está mais velho, sem cheirinho de novo.
A tintura está gasta, sem cores vibrantes. As pessoas não são mais as mesmas e os lugares em frente tambem está mudado. Até a pracinha em frente, também está sem viço e a estátua de lá está descascada. E pensar que há 10 anos atrás tudo isso era novinho em folha por que estava sendo inaugurado.
Lembrei do M&M' de amendoim que eu comia esperando meu pai chegar, o geladinho de tutti-frutti que todos compravam na doceria da esquina enquanto discutíamos sobre tudo. Confesso que senti o gosto na minha boca. Queria comprar, mas não tem mais a loja e provavelmente o sabor não seria o mesmo. Então, não teria graça.
Lembrei dos mais rebeldes que pulavam o muro da igreja do lado de cima pra fumar escondido ou dos casaizinhos que se formavam quando praticamente eram obrigados a se beijar. Lembrei dos amigos que eu formei, dos amigos que formei e não quiseram mais contato, dos professores que amei, odiei, das brincadeiras na hora do intervalo, aquele amor que não deu certo e que poderia ter dado, das risadas, dos sufocos, dos choros e dos sonhos.
Sonhos esses que foram esquecidos(?) ali dentro por que em algum momento, eu escrevi um pouco da história da escola e ela também gravou o seu nome em mim.
É bom recordar e é estranho saber que você não faz mais parte daquilo, que acabou e só virou uma lembrança. Memórias que estão guardadas e que só sairão para contar a quem estiver interessado. Não vai morrer...
E então eu fui embora, me desapegando daquela menina de 16 anos que ainda está lá, num passado não muito distante, vivendo a partir de histórias e lembranças misturadas em muitas outras de pessoas que passaram por lá e assim como eu, viveu a melhor época de sua vida e sabe que esse tempo nunca mais voltará.
Love!
Carol Rossetto
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Novidades!!!!
Estou bastante feliz!!!! Esse ano fará 2 anos que o Mensageiro foi lançado e é uma coisa digna para ser comemorada.
Tem novidades surgindo por aí e estou louca pra contar. Mas, obviamente que não posso por causa dos maus ventos, rs...
A única coisa que eu posso adiantar que MUITO em breve, farei um sorteio do livro aqui no blog nosso de cada dia!
Estejam preparados!!!
Por enquanto, é só e prometo aparecer mais vezes!!!!
Love!
Carol Rossetto
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Novidades...
Mais uma vez, me desculpem pelo sumiço. Dessa vez, a coisa ficou séria. Meu pai ficou doente e precisou ficar internado por um tempo. Foi punk!!!! Tudo isso, conciliando faculdade, trabalhos somados a falta de Internet que eu continuo sem...
Mas não importa! Estou de volta e dessa vez com novidades...
Depois de muita batalha, após 2 anos, o Mensageiro dos Ventos agora pode ser adquirido na Livraria Cultura. Ficou bem mais fácil!!!!
É só acessar o site da Livraria Cultura e se deliciar com a história! Conto com vocês!!!!
http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=22515078&tknOrigem=1&tknSearchIdLog=7348492&tknRanking=1&sid=89121304613527615263528811&k5=2B8F24A8&uid=
Love
Carol Rossetto
sexta-feira, 8 de abril de 2011
10 motivos para se ler Mensageiro dos Ventos...
quarta-feira, 9 de março de 2011
Inspiração e suor...
Desculpem pelo blog abandonado, prefiro dizer que eu tava de férias. Mas não é, só quem é escritor ou qualquer coisa parecida, sabe o quanto é difícil ter inspiração.
Eu sofro de bloqueios criativos e não tenho vergonha de dizer.
Chegar aqui e dizer qualquer besteira, prefiro deixar abandonado. É melhor fazer com que as pessoas gostem do vão encontrar por aqui do fazer que elas acessem outra coisa antes de chegar ao fim.
Não quero parecer culta, inteligente ou escrever coisas sensacionais o tempo todo. Eu até me esforço pra isso, mas também não quero ser uma chata e não ter a capacidade de dizer besteiras também.
Mas enfim, vou me esforçar pra sempre estar por aqui, escrevendo coisas que me agradam ou que me irritam.
Ultimamente nada está me irritando muito.
As vendagens do livro andam bem e tenho um projeto com um amigo que espero que saia do papel e da ideia. Nada de muito concreto por enquanto. Mas é alguma coisa.
Estou pensando em fazer um sorteio do livro por aqui também.
O que vcs acham?
Love!
Carol Rossetto
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Nossa!
Por um grande lapso meu, esqueci a senha e não pude aparecer mais por aqui.
Mas, agora estou de volta e estarei sempre presente.
Só dei uma passadinha pra não ficar mais às moscas como estava!
Voltei e em breve, estarei com novidades!
Love!
Carol Rossetto
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
ANO NOVO ATRASADO...
Emagrecer, ganhar dinheiro, mudar de emprego, arrumar um namorado, são os principais pedidos para o ano que chega.
Pois é, depois que descobri que o ANO NOVO é apenas o dia seguinte, perdeu um pouco da graça. Não que eu não soubesse, mas nunca tinha parado para pensar nisso.
Esperamos o ano inteiro pela meia noite, comer um monte e esperar o dia seguinte chegar. É, isso é bem louco.
E na real, pensamos que vamos cumprir tudo aquilo que escrevemos na lista, mas não NUNCA iremos cumprir, pois não costumamos seguir regras. Pelo menos, a que colocamos para nós mesmos.
Não sei se isso é bom ou ruim. Deixar a vida nos levar também é ficar amiga do inesperado. E o inesperado nem sempre é bom.
Então, espero que esse ano seja maravilhoso para todos nós e que venham surpresas boas para todo mundo.
Afinal de contas, 2011 já deu a largada e metade do que eu diria nesse post já foi. É passado. Muito 2010.
Love!
Carol Rossetto
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Simplesmente contar histórias...
Sábado ( 04/12) realizei mais um grande sonho na minha vida. Esse meu sonho começou por acaso, totalmente sem querer, numa tarde de um sábado qualquer, tomando sorvete num shopping.
Era feira do livro e vi uma mulher toda fantasiada com um monte de crianças olhando para ela completamente hipnotizadas.
Claro que atiçou minha curiosidade e fui logo saber o que era. A mulher estava contando histórias.
Ela me fisgou e jamais esqueci daquele momento único. Só sei que eu queria aquilo para mim, sem saber que isso poderia ser profissão.
Persegui aquilo durante 3 anos da minha vida e sempre com tentativas frustradas. Queria aprender a fazer igual aquela moça.
Todo mundo conta histórias. Na verdade, contamos histórias todos os dias, só não percebemos.
Não existe técnicas, como receita de bolo. Não existe: "APRENDA A CONTAR HISTÓRIAS".
Existem cursos para despertar o contador que existe dentro de cada um. E foi o que eu fiz.
Depois de 3 anos, finalmente consegui, através de dicas de uma grande amiga e um mini vestibular, consegui passar e finalmente entrar ainda mais no mundo de grandes histórias.
Não consigo explicar em palavras o que foi esse semestre, a experiência que tive.
Tive aula com o professor mais fantástico que qualquer escola poderia ter. Sua palavras saem do coração para entrar no coração do outro.
Suas palavras emocionam, te fazem pensar. Causa um burburinho dentro da alma, até virar explosão.
Jamais vou esquecer do homem com cara de desenho que todo sábado nos fazia pensar e entrar em contato com o inexplorado, com o novo, com o fantástico.
Sentirei saudades desse cara que não precisava fazer muito para contar histórias. No caso dele, era só abrir a boca que pra mim, era muito melhor do que qualquer música já cantada.
Não posso me considerar uma contadora de histórias ainda. Descobrir o seu lado contador é difícil, pode levar anos. Mas me ensinaram o caminho...
E eu só posso dizer que minha mala está completamente recheada de histórias maravilhosas, amigos fantásticos, experiências divinas e um amor totalmente especial...
Mas isso já é outra história...
Love!
Carol Rossetto
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
No mais profundo buraco do seu ego...
Tem coisas bem legais acontecendo, outras nem tanto. E tem uma coisa que está me incomodando e muito.
Quem é escritor, ator ou qualquer coisa que se remeta a cultura, sabe que no Brasil as coisas são complicadas. Muitas vezes, bem restritas. Quem trabalha com isso, sabe bem como é. Principalmente, quem não é muito conhecido ou quem não tem muito dinheiro.
Na teoria, deveríamos nos dar as mãos, ajudar e dar dicas para quem está começando ou até mesmo para quem já tem até uma certa bagagem, mas ainda não chegou onde deve.
Eu sempre escrevi, mas quando resolvi levar isso a sério, apareceu algumas pessoas bem legais para me dar dicas, mas teve uma que foi essencial nessa minha caminhada. O Douglas MCT, autor do livro "Necrópolis" que será lançado agora dia 07 de Novembro pela Editora Draco. Conversamos poucas vezes e mesmo sem me conhecer pessoalmente, ele me deu dicas sensacionais que qualquer um com o ego mais mimado não daria.
Ele não precisava fazer isso se não quisesse, mas deu e com todas as dicas dele, pude publicar o Mensageiro dos Ventos que claro, não é um best-seller (ainda, rs).
Perdemos o contato, a gente não se fala mais (infelizmente), mas sei dos passos dele e desejo a ele todo o sucesso do mundo, por que ele merece. Pelo Twitter, acompanhei as noites não dormidas trabalhando nesse livro, as ansiedades compartilhadas com todos os seus seguidores. "Necrópolis" vai bombar, com certeza.
E claro, desde que eu ingressei nessa jornada louca, pude conversar com outros escritores, roteiristas e os aspirantes a escritores que acham que vão ficar ricos publicando qualquer coisa.
Sem querer ser pretensiosa, mas já sendo, eu já tenho uma certa bagagem e já posso dar dicas e conselhos para quem está começando e que não sabe como dar os primeiros passos. Absolutamente normal.
Volta e meia, sempre aparece alguém, me perguntando sobre como é, se é muito difícil, se deve escrever de um jeito ou de outro e falo que a pessoa deve seguir sempre o coração e pesquisar sobre absolutamente tudo.
E foi nessas circunstâncias que eu conheci uma pessoa que também estava escrevendo seu livro. Não vou dizer seu nome, ficaria chato, bem chato...
Enfim, essa pessoa me perguntava sobre absolutamente tudo, me torrava a paciência mesmo, mas com toda a calma do mundo, respondia a todas as perguntas, por que eu queria que ela se sentisse bem-vinda ao mundo literário. Assim como eu fui...
Dei dicas sobre registros, editoras, vendas, público alvo, entre tantas outras coisas. Ela não sabia de absolutamente nada.
Enfim, o livro dessa pessoa foi publicado. Claro que na época, eu fiquei feliz, mas depois eu vi os agradecimentos. Meu nome não estava lá. Só quero deixar claro que não quero confete, paparicação ou qualquer coisa parecida, mas seria bom deixar claro, que se não fosse for mim, esse livro não teria nascido, sequer escrito.
Já tentei parabenizá-la pelo livro, tentei me aproximar perguntando como é que andava as vendas, a aceitação do público e tudo o que eu ouço é que nunca dá para falar comigo. A pessoa mudou completamente, virou estrela, sem ao menos ter anoitecido.
Bem, o que esperar de uma pessoa que implora para que as pessoas comprem seu livro, senão o amadorismo?
Quando eu comecei, as dicas que o Douglas me deu foram só uma sementinha, o resto eu me virei, pesquisei tudo sozinha e continuo fazendo. Acho que é assim que deve ser...
Se todos os escritores dessem as mãos e mandassem para às favas o ego, a vaidade, a ignorância, esse universo tão lindo e rico ficaria muito mais fácil para qualquer um. Uma mão lava a outra. Sempre. Ainda mais nesse meio.
Seria mais bonito se as pessoas não se deixassem iludir com alguns elogios e se alimentar disso. O que importa é o trabalho.
E claro, vou continuar ajudando a quem me pergunta. Quero que cada vez a literatura nacional, principalmente a fantástica, cresça, se expanda e consiga tatuar seu nome no mercado.
Quanto a isso, tudo o vem rápido, vai embora rápido e na boa, torço pelo sucesso dela. O que me consola é que de repente, são aqueles famosos 15 minutos de fama. Torço pelo successo instantâneo, mas eu seria muito hipócrita em dizer que eu torceria pela longevidade.
Atitudes assim nunca vão muito longe. Espero que um dia essa pessoa entenda o real significado da complexidade e da importância de se escrever um livro.
Love!
Carol Rossetto
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Mensageiro no Paraná!!!!
Mas por causa dela, eu quero agradecer o pessoal que faz parte da comunidade do meu livro no Orkut: MENSAGEIRO DOS VENTOS - O LIVRO, que já conta com 352 pessoas. Pode não ser nada para muita gente, mas para uma escritora ainda desconhecida com eu, é muita coisa, podem ter certeza.
E dentro dessas 352 pessoas, surge um ou outro, que com certeza, acredita no meu potencial e na história do livro. E dentro dessas pessoas, surgiu o Sérgio (não vou me lembrar do seu sobrenome, desculpa), um professor universitário de uma faculdade do Paraná que estava interessado em fazer uma matéria sobre o livro no jornal da universidade, o FILOZINE.
É óbvio que eu aceitei e como eu não tenho o link do jornal, vou colocar a matéria aqui. Claro, com a autorização dele:
MENSAGEIRO DOS VENTOS
"Tomei contato com alguns comentários (ótimos) sobre um livro de ficção... "Mensageiro dos Ventos". E claro, já fiz o pedido e estou em compasso de espera para uma leitura que, até onde, foi comentado comigo, vai permitir alguma horas deliciosas de lazer.
Obra da simpática Caroline Rossetto ( que já foi autorizando os comentários aqui no Fzine), tem sido comentado por uma galerinha gótica com a qual mantenho contatos em Sampa.
Portanto, em frente. Segundo a autora, logo mais outras obras serão entregues ao público.
Caroline, beijão carinhoso, sucesso e aguardamos mais novidades, ok? Aos interessados, o livro está disponível no Amazon. com e também no site da editora www.biblioteca24x7.com.br "
Ao Sérgio, muito mais que obrigada. E a todos que acreditam no MENSAGEIRO.
Escrever livros no Brasil é muito difícil, mas é dolorosamente maravilhoso.
Love!
Carol Rossetto
domingo, 19 de setembro de 2010
Simplesmente F.R.I.E.N.D.S

Queria tentar explicar o que Friends significa para mim, mas acho que não vou conseguir. Eu sei que estou há mais de 10 anos atrasada, mas só ontem eu terminei de assistir as 10 temporadas, sem nunca ter assistido antes.
Gostaria de saber em que mundo eu estava para nunca ter me interessado? Eu já conhecia de nome, mas nunca tive vontade de ver, até me dar o clique numa crise de abstinência durante as férias do "The Big Bang Theory".

Durante quase 2 meses, Friends foi meu companheiro de todas as madrugadas.
O bom é que o seriado não conta com um enredo genial, inovador, diferente. Na real, é bem bobo, se for pensar. É clichê, é tão simples que à primeira vista, muitos se perguntariam como aquilo foi gravado.
Não tem como explicar. Só assistindo para você entender a magia e simplicidade de tudo. A história trata do amor verdadeiro e da amizade sincera. Da verdadeira amizade. Daquelas que você faria de tudo para ver um amigo seu feliz, se fosse para você ficar triste. Daquelas que que você emprestaria algum dinheiro se seu amigo estivesse precisando, mas que você também iria ficar sem.
Não sei se só eu tenho a impressão ou se é impressão de todos os Friendmaníacos, que muitas vezes, eu era a 7ª integrante, ali olhando de longe. Friends faz esse convite.
Também posso dizer que aprendi muita coisa nesses dois meses (sim, é lição de vida, generosidade e honestidade) e que amigos também servem para nos ensinar MUITAS besteiras.
O que dizer da atuação de todos eles? Matt Le Blanc, Matthew Perry, Jennifer Aniston, Courtney Cox, David Shwimmer e Lisa Kudrow? Não, eles não atuaram. Eles viveram. Eles eram os personagens. E ponto.
Friends agora, ficou marcado em minha vida. Como todo fã do seriado, esperamos pelo filme com a promessa eterna de que um dia será lançado. Eu espero ansiosamente, sei lá, pra matar as saudades ou deixar ainda mais.
Friends foi sublime. Foi especial por que simplesmente não se limitou a falar dos personagens principais da série, mas deu a importância devida para todo mundo.
E que Chandler, Joey, Ross, Rachel, Phoebe e Monica fiquem eternamente gravados em nossa memória.
Friends para sempre!!!!
E quanto aos produtores do seriado, Marta Kauffman e David Crane, só posso dizer MUITO OBRIGADA!
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Um pouco do Mensageiro...
"E um pote de ouro se esconde atrás do arco-íris. Eu não vi, ninguém viu, apenas um velhinho que conseguiu chegar até lá, por que seu maior desejo era encontrar algo que ele nunca viu, ele só sabe que perdeu e que até hoje vaga por aí, tentando encontrar o que só ele sabe. Desde então, ele viaja para os mais diferentes lugares, onde só a imaginação pode nos levar. Podemos dizer, que dia desses, ele encontrou o que queria e agora anda para saber se certas pessoas tem o que ele tinha perdido!"
- Acabou assim?Decorei essa droga durante meses para acabar desse jeito?
Essa é Natália, uma menina que desde os seis anos de idade, mostra que é diferente das outras garotas que cresceram ao seu redor.
... (continua)
Gostou? Pois então, o livro está à venda no site da editora: www.biblioteca24x7.com.br ou no nesse site www.amazon.com
Espero que a curiosidade toma conta de sua cabeça e que procure pelo livro. Pelo menos para nós conversarmos sobre a história.
Beijo pra todo mundo!
Love!
Carol Rossetto!
Ah, e para qualquer engraçadinho maldoso, a história está devidamente registrada. Recado dado. FUI.
sábado, 7 de agosto de 2010
Um pouco de bobagem!!!!
Uma fruta? Morango
Um personagem de histórias em quadrinhos? Cebolinha, da Turma da Mônica
Um desenho animado? Pica Pau
Um homem? John Lennon
Um seriado? Anos Incríveis, pela visão de vida que ele traz
Uma comida? Pizza
Um programa de TV? Qualquer talk show americano
Um herói? Thor
Um livro? A Sombra do Vento de Carlos Ruíz Zafón
Um objeto? Um aparelho de MP3
Um sentimento? Felicidade
Uma palavra? Justiça
Uma doença? Catapora
Uma mobília? Cama
Uma música? Coisas que eu sei, Danni Carlos
Uma revista? Mundo estranho
E você? O que seria?
Love!
Carol Rossetto
domingo, 25 de julho de 2010
Baile de máscaras...
É uma lição e um aprendizado de vida muito grande quando a gente erra. Refletir e admitir que erramos, faz parte do amadurecimento. Dói demais ter que crescer e amadurecer.
Mas, e quando, a gente não faz nada e perde do mesmo jeito? Principalmente coisas legais que não deveria ser perdidas e que outra pessoa está fazendo parte daquilo.
Sabe aquela sensação de que era você que devia estar no lugar que era seu, sempre foi seu e que por algum motivo você não está lá, por que fizeram de tudo para aquilo não ser seu?
Por quanto tempo? Meses? Anos? Para sempre?
O "para sempre" é o que me aterroriza. O "para sempre" quer dizer NUNCA mais.
Pois é, muitas pessoas colocam máscaras. Às vezes, colocam as melhores e as mais bonitas, enganando quem não deveria ser enganado.
Eu me pergunto, o que faz uma pessoa agir desse jeito: Medo? Insegurança? Ciúmes?
Não sei, eu tenho pena de pessoas assim, que prefere viver o irreal mostrando o que não é para conquistar o que deveria ser conquistado naturalmente.
Quando a máscara é colocada com Super Bonder, nem na hora em que fecha as cortinas, dá para tirar, por que o que tem de mais podre, se tirar, é colocado para fora. E aí, como fica?
A pessoa se esconde para sempre. É, eu tenho pena...
E aí, vale tudo, mas tudo mesmo, para se conseguir o que quer? Pode até ser. Mas, com certeza, com certeza MESMO, não é duradouro.
E sinceramente, eu não vivo assim. E nem sei se conseguiria.
Love!
Carol Rossetto
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Entrevista...
Recebi o agradável convite para minha 1ª entrevista falando sobre o meu livro. É claro que não é pra nenhum programa de TV ou rádio. Acho que falta muito pra isso ainda.
Mas foi pra um blog super fofo e que eu recomendo pra todas as meninas vaidosas e super femininas. A dona, Stéfanie, tem apenas 12 anos, mas conversa como gente adulta.
Tenho recebido comentários muito legais e foi através da comunidade no Orkut MENSAGEIRO DOS VENTOS - O LIVRO que elas me acharam.
Pra quem quiser conferir, o link é esse: http://www.tvfabulous.blogspot.com/
Pois é, fico feliz que as coisas estejam caminhando. Obrigada pelo espaço, meninas.
Love!
Carol Rossetto
terça-feira, 6 de julho de 2010
Finalmente...
É muito legal e triste terminar um livro. Dá aquela sensação: "E agora, o que eu faço?"
Na verdade, o trabalho começa agora. Apesar de ter botado a cachola para funcionar, o mais trabalhoso é que está por vir. Trabalhoso, mas necessário. Agora, botar para registrar, aguardar alguns meses, avisar a editora e iniciar os preparativos para a nova publicação.
Não vejo a hora. E vem aquela sensação gostosa de ansiedade, pensando como será a capa, como as pessoas vão aceitar, se as pessoas vão falar bem ou mal e estar preparada para as críticas boas, ruins ou descabidas que vão surgir.
É muito bom dar a vida em um personagem e tentar não fazer dele igual ao outro. Isso é um dos maiores desafios para quem escreve. Por isso que é tão legal.
Nessa segunda parte, a ação e o romance prevalecem. Não crio romances açucarados do tipo Edward e Bella, mas não crio romances vazios.
Na segunda parte, a real história do vilão (meu personagem preferido ) vem à tona e dá a entender o porquê ele ser desse jeito.
Enfim, melhor parar por aqui. Meus dedinhos estão coçando para contar mais coisas.
Fazendo balanço de tudo agora, o Mensageiro teve boa aceitação, graças a Deus. É claro que já ouvi muita besteira, como ouvi muita coisa legal.
Já teve gente que leu e não gostou. Já teve gente que leu e disse que foi o melhor livro que já leu na vida. Enfim, acho que isso é normal e ainda estou me acostumando.
E agora, é começar a pensar no terceiro e último livro da saga. É, o Mensageiro está se despedindo e, sinceramente, isso me dá nós na garganta.
O Mensageiro sempre foi e sempre será muito importante na minha vida. Marca uma época triste e completamente essencial para mim.
Mas, enfim, não quero falar sobre despedidas agora. Tem muito tempo para isso ainda.
E agradeço a todos que visitam esse blog e dizem palavras tão doces, sinceras e que torcem por mim.
Obrigada!
Love!
Carol Rossetto!
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Fechando o caderno...
Muita gente diz que destino não existe, que é a gente que faz; outras dizem que tudo é obra do destino e que tudo estava escrito. Enfim, que tese acreditar?
Bom, depois dessa fase, reforça o que eu sempre achei, que destino existe e a gente NÃO escreve. No máximo, damos um empurrãozinho.
Ok. Por que estou com essa filosofia? Simples.
Há 2 semanas atrás, resolvi me declarar pra um carinha que tava me fazendo a cabeça e até mesmo me perder o sono. Não era um simples carinha. Inteligente, engraçado, sensível, tímido, alguns anos mais velho que eu e louco pra encontrar uma namorada, namorar, casar e viver feliz para sempre.
Parece perfeito, não é?
Poderia ser se ele quisesse ficar comigo. Não quis. Simplesmente. Levei um NÃO bem explícito sem esperança nenhuma de mudanças de ideias.
Aí, me volta o assunto destino. Se eu tivesse escrevendo o meu, sairia desse jeito? A vida não é minha? Então, automaticamente, ele seria meu para sempre. E aí??? Cadê ele que não tá me fazendo carinho, me abraçando, me ligando pra desejar BOA NOITE?
Não, não... destino existe sim, eu só me declarei e o resto, quem fez?
Eu?
Enfim, só sei que hoje foi a última vez que o vi. Tava com mesmo cabelinho de lado, no seu notebook como sempre trabalhando e obrigatoriamente eu tive que conversar com ele.
Conversamos um pouco, estávamos só nós dois e a vontade era de dizer tudo o que tava com vontade, sem a covardia de falar qualquer coisa atrás de um PC. Ele estava sem graça, eu, com uma vontade imensa de abraçá-lo e dizer que tudo o que mais queria era vê-lo feliz.
E enfim, a despedida. Confesso que deu nó na garganta. Não queria ter ido embora, mas um "SE CUIDA" foi tudo que ganhei, depois de meses de convivência.
Eu não queria. Eu sei me cuidar, caramba.
Agora, minhas noites de segunda-feira serão mais sem graça, sem sabor e com a expectativa de te encontrar aleatoriamente em um dia qualquer, cumprimentar pela boa educação. Enfim, mera formalidades.
Fico imaginando o que você estaria fazendo agora, que música ouvindo, se está com fome, se já comeu, se está com sono...
Destino? Pode ser, eu posso estar reclamando dele agora, mas sabe-se lá por que ele não me quis. Talvez um outro melhor esteja me esperando e se eu ficasse com ele, esse outro jamais chegaria.
Estou triste? Sim, mas eu supero.
Não sei do futuro, não sei o que me espera e isso me angustia. Mas, por enquanto, ele ainda está no meu presente e eu só sei que mesmo não me querendo, ainda tenho aquela ansiedade de um dia você se lembrar de mim e descobrir o quanto você perderia uma pessoa especial por medo de certas coisas.
Eu ainda não desisti de você!!!! Mas minha vida continua e o meu tempo é curto. Posso esperar, mas não a vida inteira.
Love!
Carol Rossetto!