Atendendo a pedidos, resolvi colocar um pouquinho da história do livro aqui no blog. Na verdade, é só a introdução, um aperitivo. Se vocês gostarem, com certeza, você vai procurar pelo livro. Se não, é só parar por aqui. Fique à vontade. Lá vai:
"E um pote de ouro se esconde atrás do arco-íris. Eu não vi, ninguém viu, apenas um velhinho que conseguiu chegar até lá, por que seu maior desejo era encontrar algo que ele nunca viu, ele só sabe que perdeu e que até hoje vaga por aí, tentando encontrar o que só ele sabe. Desde então, ele viaja para os mais diferentes lugares, onde só a imaginação pode nos levar. Podemos dizer, que dia desses, ele encontrou o que queria e agora anda para saber se certas pessoas tem o que ele tinha perdido!"
- Acabou assim?Decorei essa droga durante meses para acabar desse jeito?
Essa é Natália, uma menina que desde os seis anos de idade, mostra que é diferente das outras garotas que cresceram ao seu redor.
... (continua)
Gostou? Pois então, o livro está à venda no site da editora: www.biblioteca24x7.com.br ou no nesse site www.amazon.com
Espero que a curiosidade toma conta de sua cabeça e que procure pelo livro. Pelo menos para nós conversarmos sobre a história.
Beijo pra todo mundo!
Love!
Carol Rossetto!
Ah, e para qualquer engraçadinho maldoso, a história está devidamente registrada. Recado dado. FUI.
terça-feira, 17 de agosto de 2010
sábado, 7 de agosto de 2010
Um pouco de bobagem!!!!
E se eu fosse...
Uma fruta? Morango
Um personagem de histórias em quadrinhos? Cebolinha, da Turma da Mônica
Um desenho animado? Pica Pau
Um homem? John Lennon
Um seriado? Anos Incríveis, pela visão de vida que ele traz
Uma comida? Pizza
Um programa de TV? Qualquer talk show americano
Um herói? Thor
Um livro? A Sombra do Vento de Carlos Ruíz Zafón
Um objeto? Um aparelho de MP3
Um sentimento? Felicidade
Uma palavra? Justiça
Uma doença? Catapora
Uma mobília? Cama
Uma música? Coisas que eu sei, Danni Carlos
Uma revista? Mundo estranho
E você? O que seria?
Love!
Carol Rossetto
Uma fruta? Morango
Um personagem de histórias em quadrinhos? Cebolinha, da Turma da Mônica
Um desenho animado? Pica Pau
Um homem? John Lennon
Um seriado? Anos Incríveis, pela visão de vida que ele traz
Uma comida? Pizza
Um programa de TV? Qualquer talk show americano
Um herói? Thor
Um livro? A Sombra do Vento de Carlos Ruíz Zafón
Um objeto? Um aparelho de MP3
Um sentimento? Felicidade
Uma palavra? Justiça
Uma doença? Catapora
Uma mobília? Cama
Uma música? Coisas que eu sei, Danni Carlos
Uma revista? Mundo estranho
E você? O que seria?
Love!
Carol Rossetto
domingo, 25 de julho de 2010
Baile de máscaras...
Já repararam como muitas coisas são injustas? Perdemos uma vaga de emprego para pessoas que a gente nem sabe se estava precisando tanto quanto a gente, perdemos amigos especiais por besteiras, perdemos o namorado para pessoas mais feias e sem graças, perdemos as coisas por erros que a gente nem sabe se ao menos, cometeu.
É uma lição e um aprendizado de vida muito grande quando a gente erra. Refletir e admitir que erramos, faz parte do amadurecimento. Dói demais ter que crescer e amadurecer.
Mas, e quando, a gente não faz nada e perde do mesmo jeito? Principalmente coisas legais que não deveria ser perdidas e que outra pessoa está fazendo parte daquilo.
Sabe aquela sensação de que era você que devia estar no lugar que era seu, sempre foi seu e que por algum motivo você não está lá, por que fizeram de tudo para aquilo não ser seu?
Por quanto tempo? Meses? Anos? Para sempre?
O "para sempre" é o que me aterroriza. O "para sempre" quer dizer NUNCA mais.
Pois é, muitas pessoas colocam máscaras. Às vezes, colocam as melhores e as mais bonitas, enganando quem não deveria ser enganado.
Eu me pergunto, o que faz uma pessoa agir desse jeito: Medo? Insegurança? Ciúmes?
Não sei, eu tenho pena de pessoas assim, que prefere viver o irreal mostrando o que não é para conquistar o que deveria ser conquistado naturalmente.
Quando a máscara é colocada com Super Bonder, nem na hora em que fecha as cortinas, dá para tirar, por que o que tem de mais podre, se tirar, é colocado para fora. E aí, como fica?
A pessoa se esconde para sempre. É, eu tenho pena...
E aí, vale tudo, mas tudo mesmo, para se conseguir o que quer? Pode até ser. Mas, com certeza, com certeza MESMO, não é duradouro.
E sinceramente, eu não vivo assim. E nem sei se conseguiria.
Love!
Carol Rossetto
É uma lição e um aprendizado de vida muito grande quando a gente erra. Refletir e admitir que erramos, faz parte do amadurecimento. Dói demais ter que crescer e amadurecer.
Mas, e quando, a gente não faz nada e perde do mesmo jeito? Principalmente coisas legais que não deveria ser perdidas e que outra pessoa está fazendo parte daquilo.
Sabe aquela sensação de que era você que devia estar no lugar que era seu, sempre foi seu e que por algum motivo você não está lá, por que fizeram de tudo para aquilo não ser seu?
Por quanto tempo? Meses? Anos? Para sempre?
O "para sempre" é o que me aterroriza. O "para sempre" quer dizer NUNCA mais.
Pois é, muitas pessoas colocam máscaras. Às vezes, colocam as melhores e as mais bonitas, enganando quem não deveria ser enganado.
Eu me pergunto, o que faz uma pessoa agir desse jeito: Medo? Insegurança? Ciúmes?
Não sei, eu tenho pena de pessoas assim, que prefere viver o irreal mostrando o que não é para conquistar o que deveria ser conquistado naturalmente.
Quando a máscara é colocada com Super Bonder, nem na hora em que fecha as cortinas, dá para tirar, por que o que tem de mais podre, se tirar, é colocado para fora. E aí, como fica?
A pessoa se esconde para sempre. É, eu tenho pena...
E aí, vale tudo, mas tudo mesmo, para se conseguir o que quer? Pode até ser. Mas, com certeza, com certeza MESMO, não é duradouro.
E sinceramente, eu não vivo assim. E nem sei se conseguiria.
Love!
Carol Rossetto
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Entrevista...
Foi de madrugada que recebi a notícia. Queria gritar, mas todos já estavam dormindo e eu não poderia desrespeitar o sono alheio.
Recebi o agradável convite para minha 1ª entrevista falando sobre o meu livro. É claro que não é pra nenhum programa de TV ou rádio. Acho que falta muito pra isso ainda.
Mas foi pra um blog super fofo e que eu recomendo pra todas as meninas vaidosas e super femininas. A dona, Stéfanie, tem apenas 12 anos, mas conversa como gente adulta.
Tenho recebido comentários muito legais e foi através da comunidade no Orkut MENSAGEIRO DOS VENTOS - O LIVRO que elas me acharam.
Pra quem quiser conferir, o link é esse: http://www.tvfabulous.blogspot.com/
Pois é, fico feliz que as coisas estejam caminhando. Obrigada pelo espaço, meninas.
Love!
Carol Rossetto
Recebi o agradável convite para minha 1ª entrevista falando sobre o meu livro. É claro que não é pra nenhum programa de TV ou rádio. Acho que falta muito pra isso ainda.
Mas foi pra um blog super fofo e que eu recomendo pra todas as meninas vaidosas e super femininas. A dona, Stéfanie, tem apenas 12 anos, mas conversa como gente adulta.
Tenho recebido comentários muito legais e foi através da comunidade no Orkut MENSAGEIRO DOS VENTOS - O LIVRO que elas me acharam.
Pra quem quiser conferir, o link é esse: http://www.tvfabulous.blogspot.com/
Pois é, fico feliz que as coisas estejam caminhando. Obrigada pelo espaço, meninas.
Love!
Carol Rossetto
terça-feira, 6 de julho de 2010
Finalmente...
Ontem, depois de 2 anos e meio e 224 páginas, a 2ª parte da saga MENSAGEIRO DOS VENTOS foi terminada.
É muito legal e triste terminar um livro. Dá aquela sensação: "E agora, o que eu faço?"
Na verdade, o trabalho começa agora. Apesar de ter botado a cachola para funcionar, o mais trabalhoso é que está por vir. Trabalhoso, mas necessário. Agora, botar para registrar, aguardar alguns meses, avisar a editora e iniciar os preparativos para a nova publicação.
Não vejo a hora. E vem aquela sensação gostosa de ansiedade, pensando como será a capa, como as pessoas vão aceitar, se as pessoas vão falar bem ou mal e estar preparada para as críticas boas, ruins ou descabidas que vão surgir.
É muito bom dar a vida em um personagem e tentar não fazer dele igual ao outro. Isso é um dos maiores desafios para quem escreve. Por isso que é tão legal.
Nessa segunda parte, a ação e o romance prevalecem. Não crio romances açucarados do tipo Edward e Bella, mas não crio romances vazios.
Na segunda parte, a real história do vilão (meu personagem preferido ) vem à tona e dá a entender o porquê ele ser desse jeito.
Enfim, melhor parar por aqui. Meus dedinhos estão coçando para contar mais coisas.
Fazendo balanço de tudo agora, o Mensageiro teve boa aceitação, graças a Deus. É claro que já ouvi muita besteira, como ouvi muita coisa legal.
Já teve gente que leu e não gostou. Já teve gente que leu e disse que foi o melhor livro que já leu na vida. Enfim, acho que isso é normal e ainda estou me acostumando.
E agora, é começar a pensar no terceiro e último livro da saga. É, o Mensageiro está se despedindo e, sinceramente, isso me dá nós na garganta.
O Mensageiro sempre foi e sempre será muito importante na minha vida. Marca uma época triste e completamente essencial para mim.
Mas, enfim, não quero falar sobre despedidas agora. Tem muito tempo para isso ainda.
E agradeço a todos que visitam esse blog e dizem palavras tão doces, sinceras e que torcem por mim.
Obrigada!
Love!
Carol Rossetto!
É muito legal e triste terminar um livro. Dá aquela sensação: "E agora, o que eu faço?"
Na verdade, o trabalho começa agora. Apesar de ter botado a cachola para funcionar, o mais trabalhoso é que está por vir. Trabalhoso, mas necessário. Agora, botar para registrar, aguardar alguns meses, avisar a editora e iniciar os preparativos para a nova publicação.
Não vejo a hora. E vem aquela sensação gostosa de ansiedade, pensando como será a capa, como as pessoas vão aceitar, se as pessoas vão falar bem ou mal e estar preparada para as críticas boas, ruins ou descabidas que vão surgir.
É muito bom dar a vida em um personagem e tentar não fazer dele igual ao outro. Isso é um dos maiores desafios para quem escreve. Por isso que é tão legal.
Nessa segunda parte, a ação e o romance prevalecem. Não crio romances açucarados do tipo Edward e Bella, mas não crio romances vazios.
Na segunda parte, a real história do vilão (meu personagem preferido ) vem à tona e dá a entender o porquê ele ser desse jeito.
Enfim, melhor parar por aqui. Meus dedinhos estão coçando para contar mais coisas.
Fazendo balanço de tudo agora, o Mensageiro teve boa aceitação, graças a Deus. É claro que já ouvi muita besteira, como ouvi muita coisa legal.
Já teve gente que leu e não gostou. Já teve gente que leu e disse que foi o melhor livro que já leu na vida. Enfim, acho que isso é normal e ainda estou me acostumando.
E agora, é começar a pensar no terceiro e último livro da saga. É, o Mensageiro está se despedindo e, sinceramente, isso me dá nós na garganta.
O Mensageiro sempre foi e sempre será muito importante na minha vida. Marca uma época triste e completamente essencial para mim.
Mas, enfim, não quero falar sobre despedidas agora. Tem muito tempo para isso ainda.
E agradeço a todos que visitam esse blog e dizem palavras tão doces, sinceras e que torcem por mim.
Obrigada!
Love!
Carol Rossetto!
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Fechando o caderno...
Hoje fechei mais um ciclo da minha vida. E pensando nesse ciclo, fica impossível não pensar em destino.
Muita gente diz que destino não existe, que é a gente que faz; outras dizem que tudo é obra do destino e que tudo estava escrito. Enfim, que tese acreditar?
Bom, depois dessa fase, reforça o que eu sempre achei, que destino existe e a gente NÃO escreve. No máximo, damos um empurrãozinho.
Ok. Por que estou com essa filosofia? Simples.
Há 2 semanas atrás, resolvi me declarar pra um carinha que tava me fazendo a cabeça e até mesmo me perder o sono. Não era um simples carinha. Inteligente, engraçado, sensível, tímido, alguns anos mais velho que eu e louco pra encontrar uma namorada, namorar, casar e viver feliz para sempre.
Parece perfeito, não é?
Poderia ser se ele quisesse ficar comigo. Não quis. Simplesmente. Levei um NÃO bem explícito sem esperança nenhuma de mudanças de ideias.
Aí, me volta o assunto destino. Se eu tivesse escrevendo o meu, sairia desse jeito? A vida não é minha? Então, automaticamente, ele seria meu para sempre. E aí??? Cadê ele que não tá me fazendo carinho, me abraçando, me ligando pra desejar BOA NOITE?
Não, não... destino existe sim, eu só me declarei e o resto, quem fez?
Eu?
Enfim, só sei que hoje foi a última vez que o vi. Tava com mesmo cabelinho de lado, no seu notebook como sempre trabalhando e obrigatoriamente eu tive que conversar com ele.
Conversamos um pouco, estávamos só nós dois e a vontade era de dizer tudo o que tava com vontade, sem a covardia de falar qualquer coisa atrás de um PC. Ele estava sem graça, eu, com uma vontade imensa de abraçá-lo e dizer que tudo o que mais queria era vê-lo feliz.
E enfim, a despedida. Confesso que deu nó na garganta. Não queria ter ido embora, mas um "SE CUIDA" foi tudo que ganhei, depois de meses de convivência.
Eu não queria. Eu sei me cuidar, caramba.
Agora, minhas noites de segunda-feira serão mais sem graça, sem sabor e com a expectativa de te encontrar aleatoriamente em um dia qualquer, cumprimentar pela boa educação. Enfim, mera formalidades.
Fico imaginando o que você estaria fazendo agora, que música ouvindo, se está com fome, se já comeu, se está com sono...
Destino? Pode ser, eu posso estar reclamando dele agora, mas sabe-se lá por que ele não me quis. Talvez um outro melhor esteja me esperando e se eu ficasse com ele, esse outro jamais chegaria.
Estou triste? Sim, mas eu supero.
Não sei do futuro, não sei o que me espera e isso me angustia. Mas, por enquanto, ele ainda está no meu presente e eu só sei que mesmo não me querendo, ainda tenho aquela ansiedade de um dia você se lembrar de mim e descobrir o quanto você perderia uma pessoa especial por medo de certas coisas.
Eu ainda não desisti de você!!!! Mas minha vida continua e o meu tempo é curto. Posso esperar, mas não a vida inteira.
Love!
Carol Rossetto!
Muita gente diz que destino não existe, que é a gente que faz; outras dizem que tudo é obra do destino e que tudo estava escrito. Enfim, que tese acreditar?
Bom, depois dessa fase, reforça o que eu sempre achei, que destino existe e a gente NÃO escreve. No máximo, damos um empurrãozinho.
Ok. Por que estou com essa filosofia? Simples.
Há 2 semanas atrás, resolvi me declarar pra um carinha que tava me fazendo a cabeça e até mesmo me perder o sono. Não era um simples carinha. Inteligente, engraçado, sensível, tímido, alguns anos mais velho que eu e louco pra encontrar uma namorada, namorar, casar e viver feliz para sempre.
Parece perfeito, não é?
Poderia ser se ele quisesse ficar comigo. Não quis. Simplesmente. Levei um NÃO bem explícito sem esperança nenhuma de mudanças de ideias.
Aí, me volta o assunto destino. Se eu tivesse escrevendo o meu, sairia desse jeito? A vida não é minha? Então, automaticamente, ele seria meu para sempre. E aí??? Cadê ele que não tá me fazendo carinho, me abraçando, me ligando pra desejar BOA NOITE?
Não, não... destino existe sim, eu só me declarei e o resto, quem fez?
Eu?
Enfim, só sei que hoje foi a última vez que o vi. Tava com mesmo cabelinho de lado, no seu notebook como sempre trabalhando e obrigatoriamente eu tive que conversar com ele.
Conversamos um pouco, estávamos só nós dois e a vontade era de dizer tudo o que tava com vontade, sem a covardia de falar qualquer coisa atrás de um PC. Ele estava sem graça, eu, com uma vontade imensa de abraçá-lo e dizer que tudo o que mais queria era vê-lo feliz.
E enfim, a despedida. Confesso que deu nó na garganta. Não queria ter ido embora, mas um "SE CUIDA" foi tudo que ganhei, depois de meses de convivência.
Eu não queria. Eu sei me cuidar, caramba.
Agora, minhas noites de segunda-feira serão mais sem graça, sem sabor e com a expectativa de te encontrar aleatoriamente em um dia qualquer, cumprimentar pela boa educação. Enfim, mera formalidades.
Fico imaginando o que você estaria fazendo agora, que música ouvindo, se está com fome, se já comeu, se está com sono...
Destino? Pode ser, eu posso estar reclamando dele agora, mas sabe-se lá por que ele não me quis. Talvez um outro melhor esteja me esperando e se eu ficasse com ele, esse outro jamais chegaria.
Estou triste? Sim, mas eu supero.
Não sei do futuro, não sei o que me espera e isso me angustia. Mas, por enquanto, ele ainda está no meu presente e eu só sei que mesmo não me querendo, ainda tenho aquela ansiedade de um dia você se lembrar de mim e descobrir o quanto você perderia uma pessoa especial por medo de certas coisas.
Eu ainda não desisti de você!!!! Mas minha vida continua e o meu tempo é curto. Posso esperar, mas não a vida inteira.
Love!
Carol Rossetto!
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Dicas!!!!
Muita gente vem me perguntar se escrever dá dinheiro, se dá pra ficar rico. Confesso que, durante um tempo, pensei muito nisso, mas a realidade está longe de ser essa. A não ser que você consiga ter a sorte de um Paulo Coelho ou J.K. Howling do "Harry Potter". Hoje, obviamente, um pouco mais amadurecida quanto a esse mundo, meu interesse maior é que as pessoas conheçam minha história. Se eu vou ficar rica ou não, não sei. Não interessa! Só sei que quero continuar escrevendo. Cada vez mais!!!
E vc, que quer escrever e me pergunta se dá para ficar rico, se você vai ficar famoso, já começou pelo lado errado. Então, para ajudar essas pobres almas com esses pensamentos, tentei reunir algumas dicas, para quem quer ser um escritor de verdade. Por que só assim, você pode ser tornar um escritor de sucesso ( ou não!!!):
1. Leia muito! Sempre!
2. Ande sempre com um caderno na mão e anote todas as ideias que surgir, mesmo as que sejam ruins. Mesmo ruins, continua sendo uma ideia.
3. Escreva em um ambiente tranquilo, com uma música que combine com a história que está escrevendo. Assim, as ideias surgirão mais rápido e fácil.
4. Um escritor é um ser solitário. Não deixe que ninguém invada seu espaço...
5. Não escreva só por que o seu amigo, tio, tia também escreveram um livro e você achou bonito e quer fazer também. Talvez essa não seja a sua praia. Fica a dica aí!
6. Se esse caminho é o caminho que você quer de verdade e se existe um coração durante sua jornada, não fique triste com os atropelos. Tem hora que desanima, mas no fim, é compensador. E se você ver que esse coração foi embora, nem hesite em abandoná-lo. É hora de fazer outra coisa.
7. Escreva coisas das quais você entenda. Você entendendo, seu leitor também entenderá.
8. Provavelmente, seu 1º livro não será bom e daqui a 10 anos, talvez você sinta vergonha dele.
9. Use e abuse dos sites de relacionamentos (Orkut, Twitter, Facebook, blogs). Eles são o que irão refletir se o seu livro se tornará conhecido ou não.
10. Visualize sua obra como se fosse um filme e tente escrever como se fosse o roteiro de um. Nunca se sabe o dia de amanhã. Mas, não fique pensando nisso. Você pode, e muito, se frustrar.
11. Saiba que investir em um livro, vai dinheiro. Se for pensando que não gastaria dinheiro em divulgar, publicar ou qualquer outra coisa, nem entre nesse mundo.
12. Todo começo é difícil.
E é isso! Espero que com essas dicas, eu tenha ajudado a clarear um pouco mais a mente.
Boa sorte pra quem seguir as dicas!
Love!
Carol Rossetto
E vc, que quer escrever e me pergunta se dá para ficar rico, se você vai ficar famoso, já começou pelo lado errado. Então, para ajudar essas pobres almas com esses pensamentos, tentei reunir algumas dicas, para quem quer ser um escritor de verdade. Por que só assim, você pode ser tornar um escritor de sucesso ( ou não!!!):
1. Leia muito! Sempre!
2. Ande sempre com um caderno na mão e anote todas as ideias que surgir, mesmo as que sejam ruins. Mesmo ruins, continua sendo uma ideia.
3. Escreva em um ambiente tranquilo, com uma música que combine com a história que está escrevendo. Assim, as ideias surgirão mais rápido e fácil.
4. Um escritor é um ser solitário. Não deixe que ninguém invada seu espaço...
5. Não escreva só por que o seu amigo, tio, tia também escreveram um livro e você achou bonito e quer fazer também. Talvez essa não seja a sua praia. Fica a dica aí!
6. Se esse caminho é o caminho que você quer de verdade e se existe um coração durante sua jornada, não fique triste com os atropelos. Tem hora que desanima, mas no fim, é compensador. E se você ver que esse coração foi embora, nem hesite em abandoná-lo. É hora de fazer outra coisa.
7. Escreva coisas das quais você entenda. Você entendendo, seu leitor também entenderá.
8. Provavelmente, seu 1º livro não será bom e daqui a 10 anos, talvez você sinta vergonha dele.
9. Use e abuse dos sites de relacionamentos (Orkut, Twitter, Facebook, blogs). Eles são o que irão refletir se o seu livro se tornará conhecido ou não.
10. Visualize sua obra como se fosse um filme e tente escrever como se fosse o roteiro de um. Nunca se sabe o dia de amanhã. Mas, não fique pensando nisso. Você pode, e muito, se frustrar.
11. Saiba que investir em um livro, vai dinheiro. Se for pensando que não gastaria dinheiro em divulgar, publicar ou qualquer outra coisa, nem entre nesse mundo.
12. Todo começo é difícil.
E é isso! Espero que com essas dicas, eu tenha ajudado a clarear um pouco mais a mente.
Boa sorte pra quem seguir as dicas!
Love!
Carol Rossetto
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