terça-feira, 6 de julho de 2010

Finalmente...

Ontem, depois de 2 anos e meio e 224 páginas, a 2ª parte da saga MENSAGEIRO DOS VENTOS foi terminada.
É muito legal e triste terminar um livro. Dá aquela sensação: "E agora, o que eu faço?"
Na verdade, o trabalho começa agora. Apesar de ter botado a cachola para funcionar, o mais trabalhoso é que está por vir. Trabalhoso, mas necessário. Agora, botar para registrar, aguardar alguns meses, avisar a editora e iniciar os preparativos para a nova publicação.
Não vejo a hora. E vem aquela sensação gostosa de ansiedade, pensando como será a capa, como as pessoas vão aceitar, se as pessoas vão falar bem ou mal e estar preparada para as críticas boas, ruins ou descabidas que vão surgir.
É muito bom dar a vida em um personagem e tentar não fazer dele igual ao outro. Isso é um dos maiores desafios para quem escreve. Por isso que é tão legal.
Nessa segunda parte, a ação e o romance prevalecem. Não crio romances açucarados do tipo Edward e Bella, mas não crio romances vazios.
Na segunda parte, a real história do vilão (meu personagem preferido ) vem à tona e dá a entender o porquê ele ser desse jeito.
Enfim, melhor parar por aqui. Meus dedinhos estão coçando para contar mais coisas.
Fazendo balanço de tudo agora, o Mensageiro teve boa aceitação, graças a Deus. É claro que já ouvi muita besteira, como ouvi muita coisa legal.
Já teve gente que leu e não gostou. Já teve gente que leu e disse que foi o melhor livro que já leu na vida. Enfim, acho que isso é normal e ainda estou me acostumando.
E agora, é começar a pensar no terceiro e último livro da saga. É, o Mensageiro está se despedindo e, sinceramente, isso me dá nós na garganta.
O Mensageiro sempre foi e sempre será muito importante na minha vida. Marca uma época triste e completamente essencial para mim.
Mas, enfim, não quero falar sobre despedidas agora. Tem muito tempo para isso ainda.

E agradeço a todos que visitam esse blog e dizem palavras tão doces, sinceras e que torcem por mim.

Obrigada!

Love!

Carol Rossetto!

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Fechando o caderno...

Hoje fechei mais um ciclo da minha vida. E pensando nesse ciclo, fica impossível não pensar em destino.
Muita gente diz que destino não existe, que é a gente que faz; outras dizem que tudo é obra do destino e que tudo estava escrito. Enfim, que tese acreditar?
Bom, depois dessa fase, reforça o que eu sempre achei, que destino existe e a gente NÃO escreve. No máximo, damos um empurrãozinho.
Ok. Por que estou com essa filosofia? Simples.
Há 2 semanas atrás, resolvi me declarar pra um carinha que tava me fazendo a cabeça e até mesmo me perder o sono. Não era um simples carinha. Inteligente, engraçado, sensível, tímido, alguns anos mais velho que eu e louco pra encontrar uma namorada, namorar, casar e viver feliz para sempre.
Parece perfeito, não é?
Poderia ser se ele quisesse ficar comigo. Não quis. Simplesmente. Levei um NÃO bem explícito sem esperança nenhuma de mudanças de ideias.
Aí, me volta o assunto destino. Se eu tivesse escrevendo o meu, sairia desse jeito? A vida não é minha? Então, automaticamente, ele seria meu para sempre. E aí??? Cadê ele que não tá me fazendo carinho, me abraçando, me ligando pra desejar BOA NOITE?
Não, não... destino existe sim, eu só me declarei e o resto, quem fez?
Eu?
Enfim, só sei que hoje foi a última vez que o vi. Tava com mesmo cabelinho de lado, no seu notebook como sempre trabalhando e obrigatoriamente eu tive que conversar com ele.
Conversamos um pouco, estávamos só nós dois e a vontade era de dizer tudo o que tava com vontade, sem a covardia de falar qualquer coisa atrás de um PC. Ele estava sem graça, eu, com uma vontade imensa de abraçá-lo e dizer que tudo o que mais queria era vê-lo feliz.
E enfim, a despedida. Confesso que deu nó na garganta. Não queria ter ido embora, mas um "SE CUIDA" foi tudo que ganhei, depois de meses de convivência.
Eu não queria. Eu sei me cuidar, caramba.
Agora, minhas noites de segunda-feira serão mais sem graça, sem sabor e com a expectativa de te encontrar aleatoriamente em um dia qualquer, cumprimentar pela boa educação. Enfim, mera formalidades.
Fico imaginando o que você estaria fazendo agora, que música ouvindo, se está com fome, se já comeu, se está com sono...
Destino? Pode ser, eu posso estar reclamando dele agora, mas sabe-se lá por que ele não me quis. Talvez um outro melhor esteja me esperando e se eu ficasse com ele, esse outro jamais chegaria.
Estou triste? Sim, mas eu supero.
Não sei do futuro, não sei o que me espera e isso me angustia. Mas, por enquanto, ele ainda está no meu presente e eu só sei que mesmo não me querendo, ainda tenho aquela ansiedade de um dia você se lembrar de mim e descobrir o quanto você perderia uma pessoa especial por medo de certas coisas.
Eu ainda não desisti de você!!!! Mas minha vida continua e o meu tempo é curto. Posso esperar, mas não a vida inteira.


Love!

Carol Rossetto!

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Dicas!!!!

Muita gente vem me perguntar se escrever dá dinheiro, se dá pra ficar rico. Confesso que, durante um tempo, pensei muito nisso, mas a realidade está longe de ser essa. A não ser que você consiga ter a sorte de um Paulo Coelho ou J.K. Howling do "Harry Potter". Hoje, obviamente, um pouco mais amadurecida quanto a esse mundo, meu interesse maior é que as pessoas conheçam minha história. Se eu vou ficar rica ou não, não sei. Não interessa! Só sei que quero continuar escrevendo. Cada vez mais!!!
E vc, que quer escrever e me pergunta se dá para ficar rico, se você vai ficar famoso, já começou pelo lado errado. Então, para ajudar essas pobres almas com esses pensamentos, tentei reunir algumas dicas, para quem quer ser um escritor de verdade. Por que só assim, você pode ser tornar um escritor de sucesso ( ou não!!!):


1. Leia muito! Sempre!
2. Ande sempre com um caderno na mão e anote todas as ideias que surgir, mesmo as que sejam ruins. Mesmo ruins, continua sendo uma ideia.
3. Escreva em um ambiente tranquilo, com uma música que combine com a história que está escrevendo. Assim, as ideias surgirão mais rápido e fácil.
4. Um escritor é um ser solitário. Não deixe que ninguém invada seu espaço...
5. Não escreva só por que o seu amigo, tio, tia também escreveram um livro e você achou bonito e quer fazer também. Talvez essa não seja a sua praia. Fica a dica aí!
6. Se esse caminho é o caminho que você quer de verdade e se existe um coração durante sua jornada, não fique triste com os atropelos. Tem hora que desanima, mas no fim, é compensador. E se você ver que esse coração foi embora, nem hesite em abandoná-lo. É hora de fazer outra coisa.
7. Escreva coisas das quais você entenda. Você entendendo, seu leitor também entenderá.
8. Provavelmente, seu 1º livro não será bom e daqui a 10 anos, talvez você sinta vergonha dele.
9. Use e abuse dos sites de relacionamentos (Orkut, Twitter, Facebook, blogs). Eles são o que irão refletir se o seu livro se tornará conhecido ou não.
10. Visualize sua obra como se fosse um filme e tente escrever como se fosse o roteiro de um. Nunca se sabe o dia de amanhã. Mas, não fique pensando nisso. Você pode, e muito, se frustrar.
11. Saiba que investir em um livro, vai dinheiro. Se for pensando que não gastaria dinheiro em divulgar, publicar ou qualquer outra coisa, nem entre nesse mundo.
12. Todo começo é difícil.

E é isso! Espero que com essas dicas, eu tenha ajudado a clarear um pouco mais a mente.
Boa sorte pra quem seguir as dicas!

Love!
Carol Rossetto

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Big Bang: A teoria



Esqueça tudo o que você já ouviu falar sobre nerds, geeks e afins. O seriado nem é tão novo, já está no final da 3ª temporada e indo para a quarta, mas o legal é que descobri faz poucos dias...
Nunca me interessei por física e continuo não me interessando, mas é ou seria basicamente, o assunto da série.
A história conta com quatro personagens completamente inteligentes, sem interesses sociais nenhum. O mundo deles é física, história em quadrinhos, videogames e qualquer aparato que pessoas "normais" não se interessariam.
Mas o legal é que um tem 187 de QI, tem TOC, transtorno bipolar e chega a ser infantil. O outro é dominado pela mãe aos 26 anos, um só consegue falar com mulheres bêbado e outro é um pouco mais normal do que os outros, apaixonado pela vizinha da frente de seu apartamento.
Eu não posso dizer muito, apenas assista. Assisti as 3 temporadas em menos de 1 semana. Me consumiu completamente.
A graça do seriado é não precisa entender de física. Física ali é o que menos importa. Por incrível que pareça.
Se um Emmy de melhor seriado pra você, pouco importa, nem assista. Se um Emmy de melhor ator, não quer dizer nada pra você, nem termine de ler.
O seriado te fará rir muito, muito mesmo. E é de bom gosto, feito por e para pessoas inteligentes...
Aliás, como diz o seriado: "O inteligente é o novo sexy".

O que está esperando pra assistir?

Love!

Carol Rossetto

domingo, 25 de abril de 2010

Alice no mundo de Tim Burton...





Ontem, depois de muita ansiedade e expectativa, fui assistir Alice, no País das Maravilhas" do genial Tim Burton. Já ouvi pessoas falando que o filme não presta, que não tem nada parecido com o original e tem outros que simplesmente gostaram. Apenas isso...

Ok, sou suspeita em falar, já que eu sou apaixonada pelo trabalho do Tim Burton, apaixonada pelo Johnny Deep e não seria novidade em dizer que eu acho que os dois juntos são fantásticos. E ninguém vai me ouvir falando mal de qualquer trabalho dele. Quanto a isso, não sou nada crítica. E, por favor, não me peçam pra fazer isso. É claro que ele já fez filmes que eu não gostei, mas isso é pra outro post.

Pois é, Alice não deveria ser um filme para ser pensado. Mas, saí de lá pensando, sim. Está muito claro que essa Alice é a dele, somente dele e que do Lewis Carroll só ficou o nome.

É um filme que deveria ser infantil, mas ele não consegue tirar a criança que está dentro dele pra fora. Se é que ele tem uma. Ele tentou fazer com que ficasse engraçadinho, mas ele é muito sombrio pra isso. Isso é bom.

Não gostaria de ver o Tim falando para as crianças. Nada contra, mas não.

Muitas vezes, eu achei que estava vendo a mistura de "Edward, mãos de Tesoura" junto com "A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça". Só aí, dá a entender que não poderia ser infantil.

E sem contar, que só quem conhece o Tim Burton, sabe que o filme tem muito dele, dos seus medos e aflições. Aí, a gente vê o quanto o filme é delicado e sensível.

E tem a velha discussão sobre ser doido. O Chapeleiro do Johnny é incrível. Sem palavras para falar dele...

A única coisa ruim é que eu assisti dublado e eu ODEIO filme dublado. E se falarem que o filme não tem sentido, é infantil demais, bobo demais, é pq não entende esse universo.

Tim Burton foi muito ousado e não teve medo de fazer. É por isso que eu o admiro tanto e fico imaginando o que mais tem para sair daquela cabeça. Confesso que tenho um pouco de medo. Mas, ansiosa para saber como será o próximo.

Obrigada, Tim! Obrigada mesmo por ser como vc é! Espero muito um dia te encontrar e falar o que você já está cansado de saber.


Bom, quem ainda não assistiu o filme, está esperando o que?


Ah, e pra quem gosta dele, indico um site bem legal: http://www.timburton.com/
Love!
Carol Rossetto

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Expectativa...

Já vai para 8 meses que o "Mensageiro dos Ventos" foi lançado. Que coisa! Quem diria? Muita gente dizia que eu nunca iria conseguir, que tudo isso era só perda de tempo e mais outras baboseiras que eu ouvi e ainda ouço. Quando lancei, achei que ninguém iria gostar, comentar, comprar ou qualquer coisa do tipo. Pois é, engano meu...
Ainda é um tímido começo. Árduo, mas nada que eu pense em desistir, como pensei muitas vezes. Ter um sonho é fácil, levá-lo adiante é a coisa mais complicada do mundo. De repente, pode demorar, mas tudo no fim é mais gostoso...
Como eu disse, a saga "Mensageiro" é uma trilogia. Por enquanto ( se eu não resolver mudar de ideia), mas a principio será. Mas, só quero dizer que o 2º livro está quase pronto. Espero eu, que no final de abril, eu termine.
E, confesso, sempre dá uma dorzinha no coração de terminar qualquer história. Principalmente essa, que demorei 2 anos e meio pra concluir e que está tão diferente do 1º livro.
A essência é a mesma, alguns personagens são os mesmos, mas completamente diferente nas ideias e no pensamento. É um livro mais denso, mais maduro, mais adulto.
O 1º sempre é o 1º e nesse segundo, tudo ficou mais encorpado. Talvez a familiaridade com os personagens tenha ficado mais fácil. Agora, é uma coisa mais séria.
Sabe quando tudo começa com um hobby e quando você vê já está trabalhando de verdade pra aquilo acontecer?
Pois é, e já estou pensando em como será o terceiro. Eu sinto um vazio quando penso em despedidas. Talvez eu não queira me despedir dele...
E podem ir se preparando para coisas diferentes; não sou adepta dos finais felizes.
O Mensageiro dos Ventos virou meu projeto de vida. Logo, ele completa 10 anos. Falta pouco e muita gente disse que eu iria desistir assim que eu levasse o primeiro não...
Eu só estou começando!!!!


Love!
Carol Rossetto

sexta-feira, 19 de março de 2010

Homenagem!

Pois é, aqui estou eu de volta. Depois de um tempo sumida, nada mais justo do que voltar a postar, não é?

Bom, como ainda é março e esse ano completou 14 anos que a banda que deixou o Brasil orfão, acabou. Sim, 14 anos que os Mamonas Assassinas sofreu o acidente fatal, naquele maldito dia 02/03/1996.
Depois daquele dia, nada foi igual. Os dias ficaram mais tristes, mais monótonos. E eu tenho raiva deles. Quem pediu permissão para ir embora assim, sem mais nem menos? Eu não dei.
Só sei que eles fizeram a alegria de muita gente e me considero uma privilegiada por ter feito parte dessa época. De ter conhecido, Dinho, Bento, Júlio, Sérgio e Samuel no auge e cantado a plenos pulmões "Pelados em Santos".
Depois disso, que banda marcante surgiu? Não é exagero meu, mas não consigo citar nenhuma. E há umas duas semanas atrás, tirei do pó, o CD da antiga banda deles. O Utopia,a banda que foi um verdadeiro fracasso, vendeu apenas 100 cópias do seu único CD, mas que deu origem aos Mamonas. Estou escutando todos os dias!
Uma pena que foi um fracasso, o CD é genial e todos eles provaram que também eram bons, mesmo não fazendo besteirol.
Estou nesse momento de saudade. Me transportando há 14 anos atrás, quando tudo era mais feliz e eles ajudavam nessa felicidade. De todo mundo.
É, tem pessoas que tinham a obrigação de serem imortais. Os Mamonas Assassinas, com certeza, seria um desses.
E que Dinho, Bento, Júlio Sergio e Samuel estejam bem aonde estiverem. Um dia, espero sorrir com vocês de novo.


Love!
Carol Rossetto!